CANHOTICES

...em Torres Novas, Ribatejo, Portugal. Do lado esquerdo da vida.

1.3.07

Mais uma pergunta, se faz favor!

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Os sites dos munícipios são em princípio espaços institucionais, para divulgação institucional. São Património Municipal, gerido com verbas municipais e devem servir para informação institucional. A transcrição integral de entrevistas que o Presidente da Câmara concede à imprensa enquadra-se nessa informação institucional? No site da Câmara :
http://www.cm-torresnovas.pt/noticias/noticia.asp?id=345
Pergunta-se: Se um vereador for entrevistado por um jornal terá o mesmo espaço de divulgação no site da Câmara?
E é legítimo transcrever a entrevista corrigindo "o valor da dívida da Câmara que, por lapso, foi erradamente transcrito na edição impressa do jornal."
De quem é o lapso? do jornal? Ou do Presidente?
Se alguém me quiser informar...

1.3.07

uma pergunta

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1.3.07

Fónix!... ainda dizem que somos radicais!

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Foto Mirante
A edição desta semana do MIRANTE traz um artigo de opinião assinado por JAE, intitulado a "A POLÍTICA COMO ELA É", a propósito do jantar de desagravo a Sousa Gomes ( presidente da Câmara de Almeirim) que António Rodrigues, Presidente da Distrital de Santarém do PS ( e Presidente da Câmara de Torres Novas). Para quem nos acusa tantas vezes de linguagem radical, o que vão chamar ao sr JAE? Fonix...Pode-se não gostar da política do homem, até pode-se não gostar dele, mas o texto até dói...O senhor, lá em Santarém, do Mirante passou-se!...(ou será que não? ) Ainda o Alberto João diz que em Portugal Continental há falta de testículos!
Querem ler o excerto final?
"(...) E é bom não esquecer que o PS a nível regional é a imagem pura e dura do seu líder distrital António Rodrigues: não tem credibilidade, não é respeitável politicamente, tem perdido para o PSD as autarquias mais importantes do distrito (nas últimas eleições perdeu Santarém, a jóia da coroa) e corre o risco de desaparecer do mapa se não surgirem líderes fortes que não sejam politicamente uns rústicos, deslumbrados e complexados como é o caso de António Rodrigues.
JAE(...)"
Mas o Mirante continua...na secção CAVALEIRO ANDANTE!... eis:
SECÇÃO: Cavaleiro Andante
Rodrigues mostra a sua raça
O PS organizou um jantar de apoio ao presidente da Câmara de Almeirim, Sousa Gomes, que tem sido alvo de críticas por parte do seu camarada e presidente da Assembleia Municipal de Almeirim Armindo Bento, que por causa disso vai levar com um processo disciplinar em cima por parte dos orgãos distritais. O anúncio foi feito pelo presidente da Federação Distrital Socialista, António Rodrigues. Que como não tem críticos internos em Torres Novas a quem aplicar a pastilha (porque lá toda a gente bate a bola baixa) recorre aos críticos de outros concelhos para mostrar a sua força. Pelos vistos no PS ainda há aquela coisa muito cara aos ditadores que se chama delito de opinião.
NOTINHA FINAL AO MIRANTE:
É só para informar que em Torres Novas nem toda a gente bate a bola baixa e muita gente sabe disso a começar por António Rodrigues e a passar pelo Mirante.
Um Abraço.




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No distrito de Santarém, a luta também já está na rua!
"Duzentos e cinquenta pessoas protestam contra encerramento das urgências em Benavente!

O PCP vai propor a suspensão do processo de reforma das urgências para que sejam estudadas soluções que sirvam melhor os interesses dos utentes. A informação foi avançada ontem à noite pelo líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares. A audição popular juntou mais de 250 pessoas, incluindo médicos, enfermeiros e vários autarcas do distrito de Santarém.
O presidente da Câmara Municipal de Benavente, António Ganhão apelou à participação popular
na luta contra o encerramento dos serviços de urgência e referiu que no caso de Benavente o ministro da Saúde “pode contar com a luta na rua”. O edil aguarda uma nova audiência com a secretária de Estado Adjunta da Saúde Cármen Pignateli que pediu que a autarquia enviasse uma exposição detalhada com os seus argumentos antes de receber os eleitos.
Durante o debate foram apresentados vários exemplos de centros e extensões de saúde que estão sem médico de família no distrito de Santarém. O deputado Bruno Soares considerou que está em marcha uma ofensiva para o encerramento de mais unidades e serviços e para abrir caminho para a expansão dos privados na saúde."
in http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=51&id=13987&idSeccao=424&Action=noticia

28.2.07

SONHADORES INATOS

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28.2.07

À SAÚDE!

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Uma cançãozinha para o senhor ministro da saúde...
( com um abraço para o ABRUZOLHOS)

28.2.07

Estamos em luta, pá!

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REUNIÃO DE UTENTES DA SAÚDE SOBRE O ACESSO AOS CUIDADOS PRIORITÁRIOS E A CUIDADOS HOSPITALARES NO MÉDIO TEJO


A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo, reúne com todos os aderentes no dia 1 de Março de 2007 (quinta-feira), pelas 21 horas, na Casa Sindical de Torres Novas, Avenida 8 de Julho, Lote 4 r/c.

O objectivo desta reunião plenária é analisar as condições de acessibilidade a cuidados de saúde na região, face às reorganizações dos centros de saúde e dos serviços hospitalares.

Aos aderentes à Associação de Utentes da Saúde, da qual a actual Comissão se assumiu como Comissão Promotora, serão propostas acções que levem ao reforço da organização dos Utentes e também iniciativas públicas que contribuam para a sensibilização dos responsáveis para a necessidade de mais médicos nos Centros de Saúde e uma reorganização dos Serviços de Urgência, que respeitem as características sócio-demográficas da região e as valências técnicas de cada uma das unidades do Centro Hospitalar.

27.2.07

com o tejo, aqui tão perto, o cantor dos Riachos

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27.2.07

E você?

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você compraria um carro em segunda mão a este sujeito?
Aqui em Torres Novas, há quem confie nele cegamente. Conforme se viu na Assembleia Municipal de ontem.
Alguns já estão safos, mas outros..coitados!...
Devem estar à espera de se afundar com o senhor Campos... alguns com carreiras políticas tão prometedoras, fazem-me pena, vê-los assim a arrastarem-se penosamente.
As urgências dos Hospitais de Torres Novas e de Tomar só não vão tornar-se SUB (serviço de urgência básica) porque as populações, lutando, não o vão permitir.
Aos pequenos aprendizes de política aqui da terra, coitados, o futuro pouco dirá deles ,nem da sua mediocridade nem da sua subserviência!

( já agora parabéns à comissão técnica que inventou o termo SUB. Nunca uma sigla na Saúde foi tão apropriada para qualificar aquilo que realmente significa: uma sub-urgência!)

27.2.07

Uma história de ficção?

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à porta de uma fábrica sempre se distribuíram papéis. Desde que a Liberdade chegou a portugal, naquela madrugada de Abril.

Até a uma certa tarde de fevereiro.

...mas do lado de fora, os papéis chegaram a quem os devia receber.

Viva a Liberdade!

26.2.07

Assembleia Municipal

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Hoje em Torres Novas realiza-se mais uma reunião ordinária da Assembleia Municipal. Embora não esteja na Ordem de Trabalhos, espera-se que alguém se pronuncie sobre a desqualificação das urgências do Hospital Rainha Santa Isabel de Torres Novas. E esperamos que todos continuem a assumir as suas responsabilidades. É bom que a Assembleia Municipal, não se esqueça, que por proposta da CDU, enviou à Comissão Técnica das Urgências uma série de propostas (votadas favoravelmente pelo PS, PSD e CDU) que foram pura e simplesmente ignoradas por essa comissão.
Hoje à noite saberão todos manter a sua posição? Ou cederão cobardemente às pressões que publicamente o ministro anda a fazer?
(Pois é podemos falar da União Soviética, do marxismo-leninismo, etc...
Isso é uma conversa teoricamente agradável que alguns gostam de ter, manter ...Mas o essencial é sabermos quem defende as populações da nossa rua?)

26.2.07

Esclarecimento

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Alguns problemas com a NETCABO têm-me impedido de manter a regularidade desejada. Vou-me servindo de uma net "emprestada" aos bocadinhos...
Em breve espero ter o problema resolvido...

22.2.07

Uma lista negra

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Eis a ilustre lista NEGRA de Salazar e Caetano.

Em nome da memória. Em nome da palavra FUTURO!

1931
O estudante Branco é morto pela PSP, durante uma manifestação no Porto;
1932
Armando Ramos, jovem, é morto em consequência de espancamentos; Aurélio Dias, fragateiro, é morto após 30 dias de tortura; Alfredo Ruas, é assassinado a tiro durante uma manifestação em Lisboa;
1934
18 de Janeiro Américo Gomes, operário, morre em Peniche após dois meses de tortura; Manuel Vieira Tomé, sindicalista ferroviário morre durante a tortura em consequência da repressão da greve; Júlio Pinto, operário vidreiro, morto à pancada; a PSP mata um operário conserveiro durante a repressão de uma greve em Setúbal
1935
Ferreira de Abreu, dirigente da organização juvenil do PCP, morre no hospital após ter sido espancado na sede da PIDE (então PVDE);
1936
Francisco Cruz, operário da Marinha Grande, morre na Fortaleza de Angra do Heroísmo, vítima de maus tratos, é deportado do 18 de Janeiro de 1934; Manuel Pestana Garcez, trabalhador, é morto durante a tortura;
1937
Ernesto Faustino, operário; José Lopes, operário anarquista, morre durante a tortura, sendo um dos presos da onda de repressão que se seguiu ao atentado a Salazar; Manuel Salgueiro Valente, tenente-coronel, morre em condições suspeitas no forte de Caxias; Augusto Costa, operário da Marinha Grande, Rafael Tobias Pinto da Silva, de Lisboa, Francisco Domingues Quintas, de Gaia, Francisco Manuel Pereira, marinheiro de Lisboa, Pedro Matos Filipe, de Almada e Cândido Alves Barja, marinheiro, de Castro Verde, morrem no espaço de quatro dias no Tarrafal, vítimas das febres e dos maus tratos; Augusto Almeida Martins, operário, é assassinado na sede da PIDE (PVDE) durante a tortura ; Abílio Augusto Belchior, operário do Porto, morre no Tarrafal, vítima das febres e dos maus tratos;
1938
António Mano Fernandes, estudante de Coimbra, morre no Forte de Peniche, por lhe ter sido recusada assistência médica, sofria de doença cardíaca; Rui Ricardo da Silva, operário do Arsenal, morre no Aljube, devido a tuberculose contraída em consequência de espancamento perpetrado por seis agentes da Pide durante oito horas; Arnaldo Simões Januário, dirigente anarco-sindicalista, morre no campo do Tarrafal, vítima de maus tratos; Francisco Esteves, operário torneiro de Lisboa, morre na tortura na sede da PIDE; Alfredo Caldeira, pintor, dirigente do PCP, morre no Tarrafal após lenta agonia sem assistência médica;
1939
Fernando Alcobia, morre no Tarrafal, vítima de doença e de maus tratos;
1940
Jaime Fonseca de Sousa, morre no Tarrafal, vítima de maus tratos; Albino Coelho, morre também no Tarrafal; Mário Castelhano, dirigente anarco-sindicalista, morre sem assistência médica no Tarrafal;
1941
Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira; Albino de Carvalho; António Guedes Oliveira e Silva; Ernesto José Ribeiro, operário, e José Lopes Dinis morrem no Tarrafal;
1942
Henrique Domingues Fernandes morre no Tarrafal; Carlos Ferreira Soares, médico, é assassinado no seu consultório com rajadas de metralhadora, os agentes assassinos alegam legítima defesa (?!); Bento António Gonçalves, secretário-geral do P. C. P. Morre no Tarrafal; Damásio Martins Pereira, fragateiro, morre no Tarrafal; Fernando Óscar Gaspar, morre tuberculoso no regresso da deportação; António de Jesus Branco morre no Tarrafal;
1943
Rosa Morgado, camponesa do Ameal (Águeda), e os seus filhos, António, Júlio e Constantina, são mortos a tiro pela GNR; Paulo José Dias morre tuberculoso no Tarrafal; Joaquim Montes morre no Tarrafal com febre biliosa; José Manuel Alves dos Reis morre no Tarrafal; Américo Lourenço Nunes, operário, morre em consequência de espancamento perpetrado durante a repressão da greve de Agosto na região de Lisboa; Francisco do Nascimento Gomes, do Porto, morre no Tarrafal; Francisco dos Reis Gomes, operário da Carris do Porto, é morto durante a tortura;
1944
General José Garcia Godinho morre no Forte da Trafaria, por lhe ser recusado internamento hospitalar; Francisco Ferreira Marques, de Lisboa, militante do PCP, em consequência de espancamento e após mês e meio de incomunicabilidade; Edmundo Gonçalves morre tuberculoso no Tarrafal; assassinados a tiro de metralhadora uma mulher e uma criança, durante a repressão da GNR sobre os camponeses rendeiros da herdade da Goucha (Benavente), mais 40 camponeses são feridos a tiro.
1945
Manuel Augusto da Costa morre no Tarrafal; Germano Vidigal, operário, assassinado com esmagamento dos testículos, depois de três dias de tortura no posto da GNR de Montemor-o-Novo; Alfredo Dinis (Alex), operário e dirigente do PCP, é assassinado a tiro na estrada de Bucelas; José António Companheiro, operário, de Borba, morre de tuberculose em consequência dos maus tratos na prisão;
1946
Manuel Simões Júnior, operário corticeiro, morre de tuberculose após doze anos de prisão e de deportação; Joaquim Correia, operário litógrafo do Porto, é morto por espancamento após quinze meses de prisão;
1947
José Patuleia, assalariado rural de Vila Viçosa, morre durante a tortura na sede da PIDE;
1948
António Lopes de Almeida, operário da Marinha Grande, é morto durante a tortura; Artur de Oliveira morre no Tarrafal; Joaquim Marreiros, marinheiro da Armada, morre no Tarrafal após doze anos de deportação; António Guerra, operário da Marinha Grande, preso desde 18 de Janeiro de 1934, morre quase cego e após doença prolongada;
1950
Militão Bessa Ribeiro, operário e dirigente do PCP, morre na Penitenciária de Lisboa, durante uma greve de fome e após nove meses de incomunicabilidade; José Moreira, operário, assassinado na tortura na sede da PIDE, dois dias após a prisão, o corpo é lançado por uma janela do quarto andar para simular suicídio; Venceslau Ferreira morre em Lisboa após tortura; Alfredo Dias Lima, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Alpiarça;
1951
Gervásio da Costa, operário de Fafe, morre vítima de maus tratos na prisão;
1954
Catarina Eufémia, assalariada rural, assassinada a tiro em Baleizão, durante uma greve, grávida e com uma filha nos braços;
1957
Joaquim Lemos Oliveira, barbeiro de Fafe, morre na sede da PIDE no Porto após quinze dias de tortura; Manuel da Silva Júnior, de Viana do Castelo, é morto durante a tortura na sede da PIDE no Porto, sendo o corpo, irreconhecível, enterrado às escondidas num cemitério do Porto; José Centeio, assalariado rural de Alpiarça, é assassinado pela PIDE;
1958
José Adelino dos Santos, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR, durante uma manifestação em Montemor-o-Novo, vários outros trabalhadores são feridos a tiro; Raul Alves, operário da Póvoa de Santa Iria, após quinze dias de tortura, é lançado por uma janela do quarto andar da sede da PIDE, à sua morte assiste a esposa do embaixador do Brasil;
1961
Cândido Martins Capilé, operário corticeiro, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Almada; José Dias Coelho, escultor e militante do PCP, é assassinado à queima-roupa numa rua de Lisboa;
1962
António Graciano Adângio e Francisco Madeira, mineiros em Aljustrel, são assassinados a tiro pela GNR; Estêvão Giro, operário de Alcochete, é assassinado a tiro pela PSP durante a manifestação do 1º de Maio em Lisboa;
1963
Agostinho Fineza, operário tipógrafo do Funchal, é assassinado pela PSP, sob a indicação da PIDE, durante uma manifestação em Lisboa;
1964
Francisco Brito, desertor da guerra colonial, é assassinado em Loulé pela GNR; David Almeida Reis, trabalhador, é assassinado por agentes da PIDE durante uma manifestação em Lisboa;
1965
General Humberto Delgado e a sua secretária Arajaryr Campos são assassinados a tiro em Vila Nueva del Fresno (Espanha), os assassinos são o inspector da PIDE Rosa Casaco e o subinspector Agostinho Tienza e o agente Casimiro Monteiro;
1967
Manuel Agostinho Góis, trabalhador agrícola de Cuba, morre vítima de tortura na PIDE;
1968
Luís António Firmino, trabalhador de Montemor, morre em Caxias, vítima de maus tratos; Herculano Augusto, trabalhador rural, é morto à pancada no posto da PSP de Lamego por condenar publicamente a guerra colonial; Daniel Teixeira, estudante, morre no Forte de Caxias, em situação de incomunicabilidade, depois de agonizar durante uma noite sem assistência;
1969
Eduardo Mondlane, dirigente da Frelimo, é assassinado através de um atentado organizado pela PIDE;
1972
José António Leitão Ribeiro Santos, estudante de Direito em Lisboa e militante do MRPP, é assassinado a tiro durante uma reunião de apoio à luta do povo vietnamita e contra a repressão, o seu assassino, o agente da PIDE Coelha da Rocha, viria a escapar-se na “fuga-libertação” de Alcoentre, em Junho de 1975;
1973
Amilcar Cabral, dirigente da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde, é assassinado por um bando mercenário a soldo da PIDE, chefiado por Alpoim Galvão;
1974, 25 de Abril
Fernando Carvalho Gesteira, de Montalegre, José James Barneto, de Vendas Novas, Fernando Barreiros dos Reis, soldado de Lisboa, e José Guilherme Rego Arruda, estudante dos Açores, são assassinados a tiro pelos pides acoitados na sua sede na Rua António Maria Cardoso, são ainda feridas duas dezenas de pessoas.

( DO BLOG BANDEIRA VERMELHA)

22.2.07

A VER O MUNDO

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Jorge Carreira Maia, chega agora aos blogues de Torrejanos. A VER O MUNDO:
BEM VINDO!
http://www.averomundo-jcm.blogspot.com/

21.2.07

Página Torrejana

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Conheci António Rodrigues, do lado de lá da cabine de som.

Na Rádio Local de Torres Novas, na Página Torrejana, era recorrente, já então, a defesa firme do Hospital de Torres Novas. A voz sempre incisiva e algumas vezes decisiva de António Rodrigues animavam os torrejanos para a sua luta.

Os anos passaram. Quase 20 anos. ( ...como o tempo passa)

o jovem Rodrigues de 1988, que então conheci, é hoje Presidente da Câmara e um destacado dirigente do Partido no governo.

O Hospital de Torres Novas ( juntamente com os outros hospitais do Médio Tejo) vai ser alvo do mais violento ataque que há memória.

Espera-se (?) uma palavra firme e dura de António Rodrigues.

E uma atitude, já agora. Um gesto ao menos?

Para que, enfim, Rodrigues, não tenha que dar razão aos que dizem ( e eu sou um deles) que António Rodrigues seria mais útil a Torres Novas aos microfones da Página Torrejana, naquelas 2 horas de sábado, do que hoje todos os dias à frente dos destinos da autarquia e da distrital socialista.

21.2.07

Carlos Reis

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Em 1863, nesta data nasceu em Torres Novas o pintor Carlos Reis.

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21.2.07

Serviço Público.

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Subitamente, a meio do concurso, sempre bem disposto, a referência a Eugénio de Andrade. Silêncio.
A leitura do " Poema à mãe".
Foi ontem à noite no Um contra Todos, na RTP. Um momento (raro) de serviço público em horário nobre. Autêntico.
Com a responsabilidade de José Carlos Malato.
Poema à Mãe
( Eugénio de Andrade)
No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe!

Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos!

Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais!

Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.

Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura!

Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos...

Mas tu esqueceste muita coisa!
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!

Olha - queres ouvir-me? -,
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;

ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas c
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
"Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal..."

Mas - tu sabes! - a noite é enorme
e todo o meu corpo cresceu...
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber.
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim. .
E deixo-te as rosas...

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19.2.07

do Sérgio Godinho

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Senhor Ministro Correia de Campos,
Nós aqui, no Médio Tejo
Vamos defender o NOSSO DIREITO À SAÚDE!!!
Só há liberdade a sério quando houver


a paz o pão habitação saúde educação


só há liberdade a sério quando houver


liberdade de mudar e decidir


quando pertencer ao povo o que o povo produzir

Urgências Centralizada em Abrantes
A proposta final apresentada ontem pela Comissão Técnica de Apoio ao Processo de Requalificação das Urgências confirma o que já se esperava. Na nossa região Abrantes e Santarém ficam dotadas de Serviços de Urgência Médico-Cirúrgica (SUMC) enquanto que para os hospitais de Tomar e Torres Novas propõe-se um serviço de Urgência básica.
O relatório refere a "crescente concentração de valências de urgência num pólo" do Centro Hospitalar do Médio Tejo, ou seja em Abrantes.

Esta "revolução" nos Serviços de Urgência a nível nacional deverá ser aprovada pelo ministro da Saúde, Correia de Campos, dentro de dias.

Fonte do gabinete do ministro da Saúde afirmou ao Correio da Manhã que a decisão do governante "pode aceitar ou não as propostas que constam no relatório final da comissão".
Um trabalho da Universidade de Coimbra e do Instituto Politécnico de Tomar – que avaliou os acessos às Urgências a partir de todos os pontos do País, tendo em conta o estado das estradas, circulando a uma velocidade de 60 quilómetros/hora – constatou que 60 mil indivíduos estão a mais de uma hora de distância de uma Urgência.
O relatório final sobre a Rede das Urgências pode ser lida AQUI.

O assunto é notícia em vários jornais:

Comissão apresenta estudo
Revolução nas urgências
Falta de médicos ameaça a nova rede de urgências

O que é proposto
Nova rede de urgências confia nos transportes

Informação restirada do Site: http://www.otemplario.pt

19.2.07

do JT

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PCP apela aos autarcas e população que se manifestem

O relatório final de reestruturação da rede de serviços de urgências foi conhecido em Janeiro. A proposta continua a ignorar o Centro Hospitalar do Médio Tejo como um todo e prevê a centralização da urgência médico-cirúrgica em Abrantes e a desqualificação das urgências de Torres Novas e Tomar para urgências básicas. As propostas alternativas apresentadas na fase de discussão pública não surtiram qualquer efeito. O PCP veio mostrar-se contra esta decisão e apela às populações afectadas que não se conformem.


A direcção regional do PCP realizou na segunda-feira, dia 12 de Fevereiro, em Torres Novas, uma conferência de imprensa para denunciar a situação que, acredita, irá afectar as populações do Médio Tejo. O médico José Vaz Teixeira esteve acompanhado por Fernanda Duarte e Manuel Ligeiro.
A decisão final, ainda não oficialmente aprovada pelo ministro da Saúde Correia de Campos mantém a proposta inicial de instalar em Abrantes a urgência médico-cirurgica e em Torres Novas e Tomar urgências básicas.
Na prática, as populações que recorrerem aos hospitais de Torres Novas e Tomar terão à sua espera dois médicos, que ainda se desconhece se serão médicos de clínica geral ou especialistas, dois enfermeiros (actualmente a urgência de Torres Novas tem sempre cerca de 38 enfermeiros em serviço) e um auxiliar de acção médica. Ou seja, ficará ao nível de um centro de saúde.
A medida só deverá ser aplicada na prática a partir de Junho, de acordo com palavras do Ministro da Saúde, citadas por Fernanda Duarte, secretária da direcção regional do PCP. Uma boa calendarização, ironizou a representante comunista, uma vez que essa será altura de férias dos portugueses e época de menor atenção a questões essenciais, como é o caso.
Para o PCP, esta proposta é prejudicial para a maioria da população que o Centro Hospitalar serve, inclusive para a população de Abrantes que, se à primeira vista parece sair beneficiada, será muito prejudicada "quando caírem nas urgências os utentes de todo o Médio Tejo".
Na base da crítica a esta proposta, o PCP aponta o facto de se estarem a concentrar os cuidados urgentes numa zona periférica do Médio Tejo e no hospital que, dos três, é o que apresenta piores acessos.
Esta dificuldade de acesso poderá colocar em risco a vida do doente, como escreve o PCP num documento que irá distribuir ainda esta semana pelas populações prejudicadas, uma vez que "66 por cento da população dos 15 concelhos abrangidos terão os cuidados urgentes mais longe e os outros 34 por cento terão filas de espera mais longas".
A mesma força política acredita ainda que o Hospital de Abrantes não tem capacidade para responder à actual procura de cuidados urgentes.
A média de casos que acorrem às três urgências do centro, rondam, actualmente, as 500 urgências por dia. Ou seja, mantendo-se a média, a urgência do hospital de Abrantes terá de ter capacidade de resposta, sozinha, para 500 casos diários de urgência.
Se a justificação para concentrar urgências passa pela necessidade de resolver problemas financeiros, o PCP adianta ainda que esta proposta não só complica a vida dos doentes, como não apresenta qualquer solução para questões financeiras e de gestão do centro.
De acordo com Manuel Ligeiro, ex-administrador hospitalar e membro da direcção regional do PCP, esta é já uma proposta antiga: "É uma proposta de 1998, apenas com nomes diferentes e não é por mero acaso que nunca foi colocada em prática. É irrealista".
Por estas razões e muitas outras, o PCP continua a dizer não a esta proposta e adianta que continuará a lutar para que não entre em vigor.
Para tal, o Partido Comunista apela a toda a população que não se conforme e que se mostre contra esta medida que irá prejudicar os 15 municípios.
O PCP apela especialmente aos autarcas dos municípios visados, que defendam a saúde das populações.
Recorde-se que a proposta inicial do governo PS teve uma fase de discussão pública, durante a qual a Câmara e a Assembleia Municipais de Torres Novas, em unanimidade, se mostraram contra a medida e redigiram uma proposta alternativa que foi enviada ao Ministro da Saúde.
Também outros municípios tiveram posições semelhantes. Acções estas que não surtiram qualquer efeito, uma vez que o governo manteve a proposta inicial, sem ter tido em conta os alertas dos governantes locais.
A proposta do PCP, tal como a dos restantes autarcas locais, passa por considerar o Centro Hospitalar do Médio Tejo, enquanto entidade única, como um Serviço de Urgência Médico-Cirugico, uma vez que preenche todos os requisitos para tal e defende que caiba ao conselho de administração do centro "organizar as urgências de acordo com as valências existentes nas três unidade".
Na base desta proposta está o facto de o PCP reconhecer que nenhum dos três hospitais está, actualmente, capaz de receber o funcionamento de toda a urgência.
A especialidade de oftalmologia, por exemplo, com o serviço de intervenção e serviços complementares, está actualmente sedeada no Hospital de Tomar e o serviço de cardiologia em Torres Novas. A verificar-se a centralização da urgência em Abrantes, terá de se reequipar o hospital, de forma a dar resposta às situações de urgência.
Esta complementaridade desejada pelo PCP será possível, de acordo com Manuel Ligeiro, se houver boa organização das três unidades, nomeadamente ao nível dos transportes e tele-medicina.
O PCP promete não deixar de lutar para evitar que a proposta avance, terminou Fernanda Duarte: "Vamos tomar posições nos órgãos institucionais e alertaremos e incitaremos a população para que se manifeste contra esta medida. Apoiaremos as iniciativas da população, mas gostaríamos de resolver isto antes por negociações".
Inês Vidal


19.2.07

PELA NOSSA SAÚDE!

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Por todo o país cresce o descontaentamento.
O Centro Hospitalar do Médio Tejo ( que abranje os hospitais de Torres Novas, Tomar e Abrantes) também está a ser vítima da política deste (des)governo!
As urgências de Tomar e de Torres Novas vão ser esvaziadas para Abrantes - com os desgraçados dos Abrantinos a terem que gramar lá com toda esta gente!!!!!
Está na hora de virmos para a rua!!
Organizemo-nos! Arranjemos faixas pretas! Vamos para as Ruas!
Todos! As povoações servidas por Torres Novas, Tomar e Abrantes não são carneiros ao serviço do desmando do senhor ministro!
O Presidente da Câmara de Valença, do PS, já suspendeu todos os seus cargos nos órgãos nacionais do seu partido...
Saberão todos aqui, fazer o mesmo?
Nós, os torrejanos, servidos pelo novo hospital Rainha Santa Isabel, ainda acreditamos no milagre das Rosas?
Não sejamos ingénuos!
Só quem luta pode vencer!

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Algumas ( apenas algumas) Palavras que gostaria de ter escrito:

" Apenas acrescento que apesar de ter votado "sim", não me apetece bater palmas, porque "vale mais descobrir o silêncio do que vir a saber que não há paraíso". Infelizmente, confirmei que o meu país continua dividido. Entre um Portugal Velho e um Portugal Novo, com o segundo a ter a mania de o poder modernizar à força, repetindo a estúpida cena de uma certa guerra civil, com caceteiros e pingos de cera, quando deveríamos ter sido miguelistas liberais, para que tipos como eu não tivessem que desembarcar no Mindelo.Quase dois séculos depois, basta olhar o mapa e reparar que um Portugal profundo, das ilhas aos distritos do interior Norte e do Minho, foi polarizado pelo propagandismo de certa casta capitaleira, com muitos púlpitos a repeti-lo, e ainda entra em palpitação fundamentalista, contra outros fundamentalismos de sinal contrário, onde todos mentem quando fantasiam numa espécie de luta da vida contra a morte, ou vice-versa.Esperemos que reine o bom senso, sem fantasmas nem preconceitos. Para que uma nova lei se aproxime da vida, não utilizando a tipificação criminal como "grande educador do proletariado", bem como o polícia, o tribunal e a prisão como instrumentos morais. E aqui subscrevo uma frase solta de Alberto Costa, na noite de ontem, para quem, com o "sim", pode haver um melhor combate tanto ao aborto clandestino como ao próprio aborto. Por mim, que fui inequívoco na defesa do "sim", sem embarcar no engodo dos "nins", julgo que chegou agora o tempo do efectivo combate pela vida, antes e depois das dez semanas. Portugal continua por regenerar. "
www.maltez.info

12.2.07

VOTAÇÃO EM TORRES NOVAS

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Torres Novas:

SIM: 64.39% ( +10.23%)
NÃO: 35.61%

Vitória do sim em toda a linha, inclusive na freguesia de Chancelaria. No total concelhio, há uma subida de 3789 votos no SIM. Apenas Assentiz, manteve o voto maioritário no NÃO. Registe-se a espectacular subida em Alcorochel, com uma subida do SIM em 30% -sinal claro de transformações sociológicas, que já se tinham verificado nas autárquicas.
ALCOROCHEL:
1998: Sim =»29.46%
2007: Sim =»59.46%

ASSENTIZ:
1998: Sim =» 30.80%
2007: Sim =»47.59%

BROGUEIRA:
1998: Sim =» 52%
2007: Sim =» 67.46%

CHANCELARIA:
1998: Sim =»36.52%
2007: Sim =»50.68%

LAPAS:
1998: Sim =»63.74%
2007: Sim =»78.02%

OLAIA
1998: Sim =» 61.24%
2007: Sim =» 66.88%

PAÇO
1998: Sim=» 37.39%
2007: Sim=» 55.88%

PARCEIROS IGREJA
1998: Sim =» 53.49%
2007: Sim =» 66.88%

PEDRÓGÃO
1998: Sim =» 42.12%
2007: Sim =» 57.87%

RIACHOS
1998: Sim =» 64.44%
2007: Sim =» 70.19%

RIBEIRA BRANCA:
1998: Sim =» 81.34%
2007: Sim =» 85.28%

SALVADOR
1998: Sim =» 57.47%
2007: Sim =» 60.66%

SANTA MARIA
1998: Sim=» 60.74%
2007: Sim=» 66.85%

SANTIAGO
1998: Sim =» 58.95%
2007: Sim =» 70.44%

S. PEDRO
1998: Sim =» 58.89%
2007: Sim =» 65.89

ZIBREIRA
1998: Sim=» 45.21%
2007: Sim =» 62.44%

MEIA VIA
1998: (NÃO EXISTIA A FREGUESIA)
2007: Sim =» 67.10%

(FONTE: stape)

12.2.07

Sim, vale a pena lutar!

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Vitória da sociedade portuguesa - a sociedade dos homens e das mulheres, todas. De todas as convicções e credos.
É a vitória da tolerância.
Agora que a Assembleia legisle. Rapidamente para respeitar a vontade popular.
Sim, vale a pena lutar.

9.2.07

QUE ESPERAR EM TORRES NOVAS NO DOMINGO?

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Como foi em Torres Novas no referendo de 1998?

No total do concelho, a abstenção foi a grande vencedora: 65.57%
O Sim obteve 54.16% de votantes e o Não 45.84 %.

A nível de freguesias o SIM ganhou em : Brogueira, Lapas, Olaia, Parceiros de Igreja, Riachos, Ribeira Branca, S. Pedro, Salvador, Santiago e santa Maria. O NÂO ganhou em Alcorochel, Assentiz, Chancelaria, Paço, Pedrógão e Zibreira.

A freguesia que deu mais votos ao SIM foi RIBEIRA BRANCA ( 81,34%) dos votos e em Alcorochel 70.54% votaram não.

Entretanto nestes nove anos algumas coisas alteraram-se e poderão surgir melhores resultados para o SIM nalgumas freguesias que foram alterando significativamente as suas tendências de voto da Direita para a Esquerda. E isto porque objectivamente o NÃO está conotado com os sectores mais conservadores da sociedade, estando o SIM a ser apoiado pelos partidos de esquerda. Será isto verdade para o referendo? Domingo saberemos.

Assim poderão ser esperados melhores resultados para o SIM em Alcorochel ( nas últimas autárquicas a CDU ficou a uma unha negra de conquistar a junta); em Assentiz (cuja tendência de voto em todas as eleições desde 1998 se deslocou para o PS); no Paço ( onde PS e CDU, no conjunto, melhoraram as suas votações ); no Pedrógão ( que é actualmente uma junta CDU com o PS a ser a 2ª força, destronando outro bastião tradicional do PSD) e talvez, porque não? na Zibreira. Provavelmente, apenas a Chancelaria manterá o seu voto no NÃO.

Mas tudo isto são apenas OPINIÕES baseadas numa correlação entre a tendencia de voto nos partidos nas últimas eleições e a votação no referendo, mas também que fique claro que esta correlação pode não existir. Só o Domingo revelará se esta nossa curiosidade de cariz "proto-sociológica" existirá ou não.
Para já, o importante é votar. Já agora no... SIM, CLARO!

9.2.07

SIM! ...com a FESTA DA VIDA!

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CARLOS MENDES
http://www.youtube.com/watch?v=AMNascNmBkY

Que venham todos de vontade
Sem se lembrarem de saudade
Venham os novos e os velhos
Mas que nenhum me dê conselhos!

9.2.07

Em Movimento...pelo SIM!

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