
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Vítor Dias dixit

A remodelação continua
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
O novo ministro da cultura
Nada a dizer. Tudo perfeitamente normal.
Ah e consta que é advogado dos Gatos Fedorentos.
Normal, tudo perfeitamente normal.
É Portugal.
A remodelação na Saúde para Torres Novas
A Remodelação
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
domingo, 27 de janeiro de 2008
Gestão da fraude
Morreu.

Andando pela Internet (1)
1. Alguém pode-me tirar por exemplo a dúvida em ralação ao mandatário local de Salgado Zenha: foi Eduardo Bento ou Gulherme S. Pinto?
sábado, 26 de janeiro de 2008
PCP de Torres Novas emite Comunicado à População sobre a Saúde
AGORA QUEREM DESCLASSIFICAR
- Também o concelho de Torres Novas tem sofrido com esta política.
- As extensões de Saúde de Meia Via, Pedrógão e Ribeira já encerraram sobrecarregando ainda mais o Centro de Saúde de Torres Novas, onde já muitos utentes não têm médico de família.
- Para agravar esta situação, nos próximos dias as urgências do Hospital de Torres Novas poderão ser desclassificadas com o consequente agravamento da qualidade da prestação de serviços que serão reduzidos ao mínimo.
-É uma ameaça real sobre o nosso Hospital e cuja concretização depende apenas da aprovação por parte do Sr. Ministro do parecer da Comissão Técnica do Ministério da Saúde.
- O PS de Torres Novas que governa a Câmara tem tido um silêncio cúmplice na degradação das condições de prestação de cuidados de Saúde no nosso concelho.
- O Sr. Presidente da Câmara afirma repetidamente que tem uma grande consideração pelos idosos de Torres Novas – mas nunca se lhe ouviu publicamente uma única palavra de indignação com o facto de muitos idosos terem que se deslocar ao Centro de Saúde a partir das 5 horas da manhã para conseguirem ser consultados por um médico.
- Também em relação às urgências do Hospital, o Sr. Presidente da Câmara tem afirmado que tem um acordo com o Sr. Ministro e que nada sucederá. No entanto, estranhamente, esse acordo nunca foi exibido publicamente. Será que existe?
- É possível evitar a desclassificação injusta das urgências do Hospital!
- A Comissão Concelhia do PCP de Torres Novas alerta os torrejanos para a necessidade de defenderem e lutarem pelo Serviço de Urgências do Hospital.
- Os torrejanos podem contar, como sempre contaram, com o apoio do PCP.
Janeiro de 2008,
A Comissão Concelhia de Torres Novas do PCP
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
A CDU - Torres Novas realizou hoje Conferência de Imprensa
- VAI DE MAL A PIOR! -
OS CUIDADOS DE SAÚDE URGENTES NO CENTRO HOSPITALAR DO MÉDIO TEJO – REDE DE URGÊNCIAS
A CDU relembra que a Comissão Técnica nomeada pelo Ministro da Saúde propôs que as Urgências de Torres Novas e Tomar fossem desclassificadas para SUB (Serviço de Urgência Básica), proposta que foi liminarmente rejeitada, de imediato pela CDU, e, mais tarde pelas Câmaras e Assembleias Municipais e outras instituições sociais da área abrangida pela Centro Hospitalar!
Em alternativa, a proposta da CDU, de atribuir ao Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE, a classificação de “Serviço de Urgência Médico Cirúrgica”, obteve um larguíssimo consenso na população, nas Autarquias e nas instituições sociais do Médio Tejo.
A proposta foi aprovada na Assembleia Municipal de Torres Novas, na Câmara Municipal por unanimidade e enviada ao Ministro da Saúde.
“A Proposta da CDU dizia:
Assim, propõe-se que ao Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE, seja atribuída a classificação de “Serviço de Urgência Médico Cirúrgica”, devendo, o Conselho de Administração, como a lei lhe confere, organizar as urgências de acordo com as valências existentes nas três unidades e nos termos do nº. 5 do despacho de Sua Exª. o Ministro da Saúde já referido e tendo em conta, nomeadamente:
§ A capacidade instalada e disponível (Instalações e equipamentos) em cada um dos hospitais que integram o Centro potenciando a sua rendibilidade;
§ A forma como as valências estão distribuídas aproveitando os efeitos positivos da concentração de meios;
§ As condições existentes e perspectivadas para o apoio da telemedicina;
§ A estratégia definida para melhorar os sistemas de acessibilidade inter-hospitalar;
§ O tipo e localização das necessidades a satisfazer em cuidados urgentes e emergentes;
§ A satisfação das ditas “urgências falsas” mas que têm que ser “resolvidas” no Serviço de Urgência Hospitalar por ausência de alternativas fora dos hospitais;
§ Localização de outros pontos da Rede de urgência fora do Centro Hospitalar;”
É esta proposta que o Sr Ministro da Saúde se prepara para rejeitar, ( a fazer fé na palavra do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, tal seria aceite e assinada em protocolo) e manter a inaceitável desclassificação das urgências de Torres Novas e Tomar, pois já informou a Comunicação Social que estas duas urgências já estavam a funcionar como SUB o que, de facto, não se verifica!
A CDU, chama a atenção para as graves consequências da desclassificação dos actuais serviços de urgência, classificando-os como SUB, já que os Cuidados Urgentes reduzir-se-ão em quantidade e em qualidade e dado que a Urgência Centrada em Abrantes irá precisar de mais médicos, os internamentos e os cuidados e as técnicas altamente diferenciadas em Torres Novas e Tomar poderão estar também em risco!
A CDU, reafirma a sua posição de que ao Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE, deve ser atribuída a classificação de “Serviço de Urgência Médico Cirúrgica” como Instituição Única que é formalmente!
A CDU continuará a desenvolver todos os esforços para evitar que o Ministro da Saúde desclassifique estes dois serviços de urgência. E, neste âmbito, irá solicitar a todos os eleitos na Assembleia Municipal que subscrevam um pedido de Assembleia Extraordinária para análise deste grave problema (e também o da falta de médicos no Centro de Saúde) já que a Mesa da Assembleia não a quis convocar!
Ainda é possível evitar esta má decisão!
NÃO HÁ MÉDICOS NAS EXTENSÕES!
NÃO HÁ CONSULTAS NO CENTRO DE SAÚDE!
QUEREM REDUZIR AS URGÊNCIAS!
OS DOENTES VÃO A ONDE?
Torres Novas, 25.01.2008
Última hora Canhotices
Os habitantes de torres novas criticam ainda a falta de acesso aos cuidados de saúde primários bem como o aumento das taxas moderadoras. Esta é uma situação que se arrasta há 2 anos e o objectivo desta concentração é exigir ao governo uma solução para os habitantes do médio Tejo.
A vigília decorre em frente ao centro de saúde de torres novas e vai prolongar-se até à meia-noite."
in TVI
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Utentes da Saúde do Médio Tejo promovem Vigília
CDU de Torres Novas toma posição sobre CENTRO HOSPITALAR MÉDIO TEJO
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Os acordos com "este" Ministro da Saúde
Santarém:capital da Liberdade - direito que se exercemos!!!
O inefável sr. Flores
Quem pôs Portugal no Euro?

terça-feira, 22 de janeiro de 2008
QUER FRÔ?

Agarrem-me senão...
domingo, 20 de janeiro de 2008
"somos muitos, muitos, muitos para continuar Abril"

Inquietação com as políticas que têm vindo a ser adoptadas pelo Governo nos mais diversos sectores e de confiança de que, "com luta, é possível outra política e um rumo diferente" para o país, disse.
Jerónimo de Sousa prometeu para 01 de Março, dia para o qual o PCP convocou uma marcha em defesa da liberdade de organização partidária, que culminará junto ao Tribunal Constitucional, a presença de milhares de militantes.
"Vamos com os nossos cartões no ar para mostrar que somos muitos, muitos mais, que 5.000", disse, levando os que estavam na sala repleta a gritar
In LUSA
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Palminhas, mãos no ar 2
Palminhas, mãos no ar 1
Afinal o voto de braço no ar é democrático - excepto no PCP, claro.
Quem fez o quê
Ou seja, do que o PCP se livrou!...
Um obrigado ao CANTIGUIERO, de onde este vídeo foi surripiado...
domingo, 13 de janeiro de 2008
Crise chegou às Urgências do Centro Hospitalar Médio Tejo
Há um ano a Comissão Técnica das urgências desqualificava as urgências dos Hospitais de Tomar e Torres Novas para SUB - serviço urgência básica.
Tal medida era ilógica visto que o CENTRO HOSPITALAR DO MÉDIO TEJO funciona como um organismo único tripartido entre as unidades de Tomar, Torres Novas e Abrantes.
Perante a contestação que então nasceu há um ano, ANTÓNIO RODRIGUES (Presidente C. M. Torres Novas e líder distrital do PS) comprometeu-se pessoalmente e afirmou que tinha a palavra do ministro da saúde em "como tudo ficava na mesma".
Entretanto nunca houve um papel escrito!
Acontece que na Terça feira passada o DN revelava que segundo o Ministério da Saúde "Barcelos, Amarante, Lamego, Águeda, Alcobaça, Torres Novas, Tomar, Elvas, Lagos são os hospitais que já estão a funcionar como SUB."
Hoje, Domingo, no Público está escrito que "formalmente, já há SUB nos hospitais de Alcobaça, Torres Novas e Tomar".
Quem nos anda a enganar???
OUVI BEM?
Francisco Louçã terá dito que a Luta contra a Alta Tensão vai ser o... "grande movimento social do...século XXI!!!!"
Chavez e Naomi (ATENÇÃO: este post é claramente machista)

Canal Caveira
Deve ser por isso que a prisão de Pinheiro da Cruz vai até esse mítico lugar.
Ou então os presos vão ter que gramar com o cozidinho todos os dias. Ou com mão de vaca com grão, vá.
Um problema de expressão?
Oh senhores inteligentes:
A gente já percebeu, já! ...A gente não concorda é com este "socialismo"...
(Já agora escusavam de nos tratar por tótós - esses estão pelas direcções gerais, administrações de empresas, secretarias de estado, ministérios...)
ZLASAE: ZONA LIVRE DA ASAE
sábado, 12 de janeiro de 2008
Há coisas fantásticas não há?
Com um jarrinho de tinto, obviamente.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Sócrates na Assembleia:

Eleições no Desportivo
A serem verdade, repito, a serem verdade, estas ilegalidades são o retrato de um assalto que estará a ser feito ao Desportivo - que é património de todos os torrejanos! Gravidade tanto maior já que alguns dos visados, são neste momento figuras proeminentes da Política e Sociedade de Torres Novas.
Aguardemos.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Intervenção de José Casanova, Comissão Política do PCP, no funeral de Luiz Pacheco
Um dia, há mais de vinte anos, o Luiz Pacheco dirigiu-se à Sede da Organização Regional de Lisboa do PCP - o CT Vitória, ali na Avenida da Liberdade e disse-me: «Quero inscrever-me no Partido».
Confesso que esta intenção militante do Luiz não me surpreendeu por aí além – mas é necessário confessar, também, que, por razões óbvias, ela me deu uma enorme alegria.
Começou a preencher a ficha de inscrição, cuidadosamente, lentamente, a meio parou e disse: «Mas ponho uma condição».
E pôs a condição: «Quando eu morrer, quero ter um funeral como o do Ary: com a bandeira do Partido e com discurso».
Era uma condição razoável, mais do que razoável e, desde logo, assentámos que assim seria.
E assim está a ser: como ele quis que fosse.
A bandeira vermelha, com a foice e o martelo e a estrela de cinco pontas, lá esteve – e esteve bem - ontem e hoje, na Basílica da Estrela, cobrindo a urna e aqui está, completando a sua missão.
Falta, agora, a segunda parte da condição posta: o discurso – este de muito mais difícil e complexa execução.
Quando disse que queria discurso, o Luiz Pacheco, infelizmente, não especificou que tipo de discurso queria. Presumo, no entanto, que ele não estaria a pensar numa desenvolvida e extensa análise à situação política do momento, com as necessárias (e necessariamente contundentes) críticas à política do Governo – fosse ele este que aí temos ou um qualquer gémeo deste nos seus ataques constantes aos direitos dos trabalhadores, à justiça social, aos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos.
Por isso, não é esse o discurso que irei fazer.
O meu camarada Luiz Pacheco também não quereria, penso, que o exigido discurso se desenvolvesse em torno da história do PCP e do seu papel na sociedade portuguesa, do seu lugar na primeira fila da luta, sempre - desde os tempos da resistência ao fascismo até aos tempos actuais de resistência a uma política com demasiados cheiros ao antigamente.
Nem quereria que eu aqui viesse dizer que ele, Luiz Pacheco, espírito livre e independente, personalidade lúcida e irreverente, Escritor e personalidade singular, soube reconhecer no PCP o partido dos trabalhadores, com tudo o que isso significa, e fez dele o seu partido. Todos os que o conhecem sabem que era assim e muitos amigos dele que aqui estão hoje, ou que nas últimas vinte e quatro horas passaram pela Basílica da Estrela, sabem do orgulho com que o Luiz lhes mostrava o seu cartão de militante - «com as cotas em dia», como fazia questão de sublinhar.
E os que não sabem, ficarão a saber agora, por exemplo, da importância que o Luiz Pacheco dava à sua ligação ao Partido, de tal forma que, sempre que mudava de residência, a sua primeira correspondência era para informar os camaradas da sua nova morada; ou, outro exemplo, da importância que dava à leitura regular do Avante! que, a partir de determinada altura, passou a ser quase exclusivamente o seu jornal; ou, outro exemplo ainda, da alegria e da satisfação com que recebia a visita de camaradas e participava nas conversas à volta do petisco.
Por isso, não é esse o discurso que irei fazer.
Também não me parece que fosse desejo do Luiz Pacheco – ainda por cima tratando-se de um desejo exigido – que eu viesse aqui dizer que a sua morte é uma enorme perda para a Cultura Portuguesa; que ele é um dos escritores de maior importância do século passado, um estilista notável que marcou impressivamente a Literatura Portuguesa – e justificar tudo isto, lembrando «Comunidade», «O libertino passeia por Braga, a idolátrica, o seu esplendor», «Exercícios de Estilo», «Crítica de Circunstância»... enfim, a sua Obra e a sua escrita depurada e segura, ágil e viva, trabalhada, muito trabalhada, exemplar.
Por isso, não é esse, também, o discurso que irei fazer.
E a verdade é que, aqui chegado, acho que é altura de terminar este discurso que não chegou a sê-lo.
Para além do que aqui disse, para além de tudo o que aqui não disse – porque ele não quereria que o dissesse - fica a imensa saudade que o Luiz Pacheco deixa em todos nós. Saudade do Amigo. Saudade do Camarada. Saudade do Escritor. Saudade do Luiz Pacheco exactamente como ele era e pelo que ele era.
Uma saudade que, de algum modo, podemos ir matando… lendo-o. E, assim, confirmando-o como Amigo, como Camarada, como Escritor com lugar marcado na história da literatura portuguesa.
Até amanhã, Luiz Pacheco.
Das estatísticas
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Luiz Pacheco, sem mais palavras.

Os Cinquentenários
Obrigado Maestro, Obrigado José Robert
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Director da ASAE a fumar no Casino
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
RECEITA DE ANO NOVO
CARLOS DRUMMOND ANDRADE
Receita de ano novo
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo,
remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas
do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
Liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados,
começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre










