CANHOTICES

...em Torres Novas, Ribatejo, Portugal. Do lado esquerdo da vida.

15.7.09

Salve-se quem puder da justiça

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15.7.09

POVO LIVRE

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14.7.09

Aos seus lugares.

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O PS confirmou , na semana passada, a recandidatura autárquica em Torres Novas de António Rodrigues e o Bloco de Esquerda anunciou no dia 11 a candidatura de Guilherme Pinto.
Estes nomes vêm juntar-se aos nomes de João Sarmento do PSD e Carlos Tomé da CDU que já tinham sido apresentados.
Como não se perspectiva nenhuma supresa com alguma candidatura vinda do CDS ou de algum grupo de independentes, o nome dos quatro candidatos à Câmara de Torres Novas está encontrado.
Aos seus lugares, que a corrida segue dentro de momentos.

14.7.09

E ouro da casa?

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Caíu o pano sobre as Festas do Almonda 2009. Com o habitual foguetório enquanto o speaker de serviço no Jardim das Rosas dava Vivas às Festas de 2010.
Dizemos o mesmo, as Festas do Almonda ( na continuidade das festas da cidade) são o grande encontro anual de convívio do torrejanos, de todos os torrejanos!
A sua existência não pode ser posta em causa.
As ruas de Torres Novas, por estes dias voltaram a estar cheias de vida.
Aliás, se há defeito nestas Festas, é a ausência de convite às associações do concelho para participarem com as suas actividades na festa que é afinal de todos os torrejanos!
Um bocadinho mais de prata ( e nalguns casos ouro) da casa não ficava mal.
Fica o recado, à atenção de quem programa.

12.7.09

olhar o rio

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Logo à noite, terminam mais umas FESTAS DO ALMONDA - sucessoras das Festas da Cidade.
O espectáculo de encerramento é como de costume, Fados de Coimbra, tocados e cantados numa canoa que vai correndo o Rio Almonda ao longo da avenida marginal. Na tal canoa, costuma viajar, além dos fadistas, o Presidente da Câmara Municipal de Torres Novas.
Infelizmente, penso que esta é a única vez que o autarca olha o Rio ao longo do ano...

11.7.09

Viver melhor em Lisboa

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Não tenho coragem para comentar de forma crítica as postura de José Saramago e de Carlos do Carmo em relação à candidatura autárquica de António Costa pelo PS em Lisboa.O respeito que tais figuras me despertam no plano artístico como no plano pessoal impedem-me de comentar as suas actuais opções eleitorais individuais: embora entenda que devem assumir por inteiro as suas opções. Sobretudo junto daqueles que sempre estiveram do seu lado quando muitos os ignoraram.
Seria fácil satirizar com a idade desses homens, poderia falar de alguns interesses, poderia falar de simples atracção e charme por António Costa. Poderia também falar do justo ressentimento visceral que Saramago tem em relação a Santana Lopes desde o caso Sousa Lara.
Não o faço. Por respeito.
Porque sei que muito do que somos na nossa cultura a eles o devemos.
Mas também sei que estes homens hoje são o que são porque no passado foram quem foram. Mas também porque estiveram com quem estiveram.
Eu que tenho e sinto Lisboa (e o bairro de Alcântara) como a minha segunda terra, prefiro destacar o valor intrinseco do projecto autárquico da CDU em Lisboa, do valor dos seus candidatos, prefiro destacar o valor do trabalho dos dois vereadores da CDU, com Ruben Carvalho à cabeça, destaco o valoroso trabalho de Modesto Navarro que presidiu à Assembleia Municipal ( foi um presidente muito importante no tempo de Santana Lopes) e destaco o trabalho dos presidentes de Junta de Feguesia da CDU. Relembro de novo que cada voto na CDU em Lisboa é um voto a menos em Santana Lopes, que o voto na CDU contribui para uma maioria de esquerda na Câmara e Assembleia Municipal e sobretudo só o voto na CDU garante efectivamente a prática efectiva de uma política alternativa de esquerda para a capital do país.

Tudo isto, e isto não é pouco, está acima de todas as birras pessoais que impedem uma análise política da questão autárquica em Lisboa.

O Ephemera é um excelente trabalho de recolha documental de materiais diversos recolhidos pelo labor de José Pacheco Pereira. A riqueza do acervo documental que já está disponível on line é verdadeiro serviço público que merece sr conhecido e explorado.
Uma das entradas aponta para materiais de "propaganda política das eleições autárquicas de 2009." Embora o fundo ainda seja escasso em materiais já há materiais de campanha do concelho de Torres Novas disponibilizados pela CDU.

10.7.09

Ele está sempre!

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Esta foto vem publicada no Jornal Torrejano desta semana e foi "tirada" na inauguração das obras da Praça 5 de Outubro.

Mais do que falar dos personagens políticos que surgem pela foto, apetece-me falar do senhor baixinho, de bigode , situado na extrema direita da foto.

Não há acontecimento em Torres Novas, nos últimos 30-35 anos em que o Zé não tenha estado presente: Inaugurações, Debates, Assembleias Gerais de colectividades, espectáculos, julgamentos mediáticos, julgamentos menos mediáticcos, manifestações, vigilias, festas, comemorações sociais e desportivas, etc...Mas não é um emplastro note-se!

Não há acontecimento digno de relevo em Torres Novas dos últimos 30-35 anos que não tenha pelo menos uma fotografia com o Zé.

Aliás, penso que o Zé já aparece nas fotografias das primeiras manifestações a seguir ao 25 de Abril de 1974.

O Zé deve saber de cor e salteado a história de Torres Novas dos últimos 30 anos. Deve saber tudo: os acontecimentos, os nomes, as datas. E de certeza que tem uma agenda onde aponta o calendário de iniciativas em Torres Novas.

Mas o Zé não conta nada. Apenas sorri, e livre, vai ganhando a vida com os recados feitos aos comerciantes.

Nunca ninguém entrevistou o Zé. Nem nunca ninguém lhe pediu para contar a história da sua vida/ a história de Torres Novas.

Mesmo que lhe pedissem, duvido que lhe arrancassem algo mais do que um sorrisso...

E seguiria o seu caminho, provavelmente à procura de um lugar na frente na plateia da próxima conferência. Pronto para ser de novo apanhado na fotografia.

10.7.09

Um reparo atento no Jornal Torrejano

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Esteve bem João Carlos Lopes, a propósito da inauguração das obras da Praça 5 de Outubro, que na sua coluna de opinião no Jornal Torrejano fez um reparo em relação à " desporporcionada intervenção da igreja", no caso a igreja católica apostólica romana.
Mesmo aceitando que a maioria da população portuguesa é católica, deveria ser tempo que a igreja e os poderes políticos que dela se socorrem começassem a ter uma postura de respeito pelo Estado laico que somos na Constituição.
Que os Césares deixem os Deuses em paz e que os Deuses deixem aos Césares o que lhes pertence.
Ainda por cima, estamos falando da Praça 5 de Outubro:
Ponto simbólico de encontro de todos os torrejanos: Cristãos de diferentes origens (católicos, protestantes, ortodoxos, jeovás, evangélicos, etc), muçulmanos, ateus, etc...
Convém acrescentar que em Torres Novas, tem sido notória, a crescente presença da Igreja Católica nos diversos actos cívicos do concelho. Uma situação que deveria em primeiro lugar ser desconfortável para a própria Igreja e seus representantes. Pelos vistos não é.
Há misturas perigosas, geralmente acabam mal e a Igreja já deveria ter aprendido essa lição da história.

8.7.09

Populismo

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Quando a política cede ao populismo é raro que não dê asneira.
Num acto eleitoral as decisões pertencem sempre aos eleitores.
Esta polémica da duplicidade de candidaturas às legislativas e às autárquicas é um exemplo claro de como o populismo sobrepôndo-se ao bom senso dá asneira e os que agora apregoam altos valores morais vão ser os primeiros a virar o bico ao prego.
As candidaturas a lugares diversos de características diferentes não são incompatíveis.
Reconheço uma questão ética neste problema:
é grave eticamente que um candidato concorra a dois lugares visando assegurar a permanência num deles caso uma das eleições corra mal.
Aqui chegamos ao ponto: o respeito pela vontade dos eleitores.
Em primeiro lugar ninguém concorre a para Presidente de Câmara: encabeça-se listas e em função do resultado obtido pode-se ser eleito para as funções de presidente ( o vencedor) ou de vereador.
Quando se concorre a uma Câmara Municipal, mesmo encabeçando a lista, deve-se respeitar a vontade dos eleitores e assumir o lugar na vereação.
Sendo vereador pode ser perfeitamente deputado ou deputado europeu. Apenas por razões óbvias, a eleição de alguém como Presidente de Câmara impede o exercício de deputado.
A falta de ética decorre repito, quando se concorre apenas visando ganhar a presidência da Câmara e procura-se uma alternativa que mantenha o job político caso não se ganhe a autarquia - e então segue-se a carreirinha na Assembleia.
Ver fantasmas para lá disto é populismo perigoso.
Aqui mais uma vez, andou mal o PS. Atarantado e desorientado o PS foi a reboque do PSD e daí o desconforto de alguns dos seus militantes que se queixam da alteração das regras ( as tais regras, essas sim, eticamente duvidosas) a meio do jogo. Eventualmente alguns sentem-se enganados pela direcção do PS. Não temos pena.
Quem sorri? O PSD.


7.7.09

Recordaçoes da gaveta

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Cartoon de José Vilhena


O velho Soares no seu melhor estilo em artigo de opinião no DN de hoje:
"Nos últimos anos, com efeito, empenhei-me em estabelecer pontes e convergências à Esquerda, que se revelaram impossíveis. A culpa não será exclusiva de ninguém. É certo. Mas cabe, maioritariamente, ao Bloco e ao PCP, que com crescente agressividade - e em competição - fustigaram quase exclusivamente o PS e, em especial, Sócrates. Para quê?"
Mário Soares vem de uma forma discreta fazer um apelo ao voto útil da esquerda no PS para evitar a vitória da direita. Esquece-se de coisas óbvias:


1 . Cada voto à esquerda do PS, nomeadamente na CDU é efectivamente um voto numa maioria de esquerda

2. Cada voto à esquerda do PS, nomeadamente na CDU é um voto a menos no CDS e PSD , partidos que de forma clássica são qualificados à direita.

3. Cada voto à esquerda do PS, nomeadamente na CDU é um voto a menos no PS, na política de direita do PS e nos seus dirigentes que com " crescente agressividade e em competição fustigaram quase exclusivamente": os trabalhadores por conta de outrem, os professores e outros funcionários de serviços públicos, os precários, os jovens, os reformados, os pequenos agricultores, os pequenos e médios empresários, os intelectuais, os artistas, etc, etc...
Sendo estas coisas tão relevantemente ignoradas por Soares cumpre-nos afirmar que o o seu artigo não traz novidades sobre o seu pensamento político e o seu papel na história de Portugal .
Afinal quem arrumou, bem arrumadinho, o socialismo na gaveta?

7.7.09

a Internacional

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Ontem foi a apresentação de um jogador de futebol.

Hoje é o funeral de um cantor.

De repente, o mundo parece que tem o tamanho da nossa rua.

Falta fazermos desta rua a tal terra sem amos.

7.7.09

Saúde! tchin, tchin...

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Francisco Louçã parece que se demarcou das posições de Chora na paella partilhada com o sr Manuel Pinho.
Diz o senhor Louçã ao "i" que as " palavras de António Chora não foram ditas "em representação do Bloco de Esquerda " e que "Esse jantar não tinha carácter de afirmação política e a participação [de António Chora] reporta exclusivamente a uma participação de carácter pessoal".
Fabulosa teoria. Tão fabulosa, tão fabulosa que mais parece uma história da carochinha!
António Chora comeu, bebeu e brindou elogiando o trabalho do ministro. E depois o sr Louçã quer fazer-nos convencer que nada disto tem relevância política. Alguém que avise o sr Louçã que aquela presença só tem relevância política.
Louçã deseja que a participação de Chora, dirigente nacional do Bloco, deputado em part time do Bloco, num jantar de despedida e de homenagem ao ministro Pinho não tenha consequências políticas. Mas como poderia isso ser, se aquele jantar era objectivamente um jantar político!

... o Bloco ganhou o seu Manuel Alegre.
Parabéns.
Sugerimos até, que dando continuidade à modernidade imprimida na política pelo Bloco de Esquerda , que proponham permutas com o PS.
Quando o PS precisar de um operário num comício, o BE pode emprestar o Chora. Se o BE precisar de um poeta de voz grossa, o PS pode emprestar o Alegre.
É tão bela e comovente a esquerda moderna portuguesa.

6.7.09

O Chora

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O Chora é moderno.

O Chora é operário.

O Chora é da comisssão de trabalhadores da auto-europa.

O Chora é contra o sindicalismo reivindicativo.

O Chora é do sindicalismo de negociação.

O Chora é o rosto operário do Bloco de Esquerda.

O Chora é moderno.

O Chora é sonso!

O Chora é do Bloco de Esquerda.

O Chora deputa no Bloco de Esquerda.

O Chora é o orgulho operário do Bloco de Esquerda.

O Chora é o fatinho de ganga do Louçã.

O Chora desfaz-se em acordos com os chefes.

O Chora lixa os colegas.

O Chora foi despedir-se do Pinho.

O Chora foi jantar com o Pinho.

O Chora elogiou o Pinho.

O Chora brindou com o Pinho.

O Chora não engana ninguém:

O Chora tem cócó a cheirar a caviar!

DUVIDAM?


6.7.09

Cristiano Ronaldo e o Real Madrid ( 2 )

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Há um mundo novo no futebol. A contratação de Cristiano Ronaldo e os valores envolvidos revelam uma nova face do futebol para o século XXI: os nossos filhos não vão ser do Sporting, do Benfica nem do Porto.
A eles está-lhes reservado puxarem pelo Manchester United, pelo Chelsea, pelo Milan, pelo Barça, pelo Real Madrid da mesma maneira que o meu avô em Torres Novas, pela Rádio, puxava pelo Sporting Clube de Portugal. Isto num tempo em que Lisboa ficava a umas horas de distância!
Caminhando a passos largos para um campeonato só para os grandes da Europa, aos clubes da Lusitânia resta-lhes tentarem fazer o papel de Belenenses e de Académicas.
A contratação de Ronaldo pelo Real ( depois de contratarem PEPE) não visa apenas agradar aos espanhóis: O Real quer ser o maior clube de Portugal.
Estratégia desportiva e comercial que será seguramente seguida pelo Barça...

6.7.09

Cristiano Ronaldo e o Real Madrid

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O acompanhamento em directo que a SIC está a preparar da assinatura de Cristiano Ronaldo com o Real Madrid é o quê?
Um Programa de Informação em que o assunto da notícia é objectivamente exarcebado?
Um Programa Recreativo manifestamente pobre de conteúdo?

Mal andam os programadores da televisão que temos...

Num vídeo rapidinho vale a pena ouvir este (ex) magistrado da nação!

4.7.09

Para o fim de semana

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Passada a primeira onda mediática, lembramos este ícone dos 80's no Canhotices. Aqui neste vídeo acompanhado de outra lenda da música.

4.7.09

olé

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3.7.09

da política torrejana

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Na semana passada a CDU apresentou o nome de todos os candidatos à Câmara Muncipal de Torres Novas e à Assembleia Municipal de Torres Novas. Foi a primeira força política a fazê-lo no nosso concelho.

A imprensa regional e local noticiou e publicou as reportagens da forma que melhor entenderam. Não vamos hoje aqui analisar a qualidade das reportagens. Elas são o resultado de uma imprensa que se quer livre.

Apenas informamos que vamos estar atentos, muito atentos, à cobertura que os outros partidos políticos terão nos mesmos jornais.

Não o fazemos com espírito censório ou persecutório. Fazêmo-lo em nome da liberdade de imprensa que se deseja igualmente imparcial.

3.7.09

Bernardino Soares

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3.7.09

Aljustrel, Manuel Pinho e o cheque da EDP

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Já em Março tínhamos contado a história. Lembram-se?

3.7.09

Estaline ataca na Serra da Estrela

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Nos partidos modernaços a malta pode demitir-se: podem até ofender-se que na comunicação social nacional não sai nada.
É o modernismo a consolidar.
E no entanto, parece que Estaline anda a atacar os modernaços dos Montes Hermínios: com o protagonismo controleiro e ribatejano de um antigo admirador de Enver Hoxha convertido ao modernismo.


2.7.09

O senhor Pinho - 2

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O senhor Pinho na SIC Notícias acaba de declarar que se demitiu por uma razão pequena. Nisso terá razão: a sua incompetência há muito tempo que justificavam a sua demissão!

2.7.09

O senhor Pinho

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Até ao fim, este governo mostra os seus tiques. Até ao fim!
Podem vir agora com todas as desculpas.:Todas!

Para a História da democracia portuguesa ficará para sempre o gesto que revela a mentalidade de um governo que odeia profundamente a liberdade e a diversidade de pensamento.

Ao longo de quatro anos, perante o combate político limpo, justo e firme do PCP ás políticas do governo, o PS apostou sempre na provocação reles!

Hoje todos os limites foram ultrapassados. Nunca na Democracia portuguesa se assistiu a tal pouca vergonha!

O gesto de hoje do do senhor Manuel Pinho não é uma ofensa - nem ao PCP nem a Bernardino Soares: só se ofende quem se deixa ofender. Na História do PCP, o gesto reles do senhor Pinho não merece sequer uma nota de rodapé.

O gesto de hoje do senhor Pinho em plena Assembleia da República, na bancada do governo, é no entatanto um atentado sério à respeitabilidade da democracia portuguesa.

Não há desculpa.

Este senhor deve assumir todas as consequências dos seus actos.
Quanto a este primeiro-ministro, os portugueses que tomem a palavra em Setembro.
adenda: o senhor Pinho acaba demitiu-se no fim de colocarmos este post.
Pinho sai mas fica o desnorte de um governo à deriva num país que caminha a grande velocidade a caminho para o abismo.

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