O deputado do parlamento regional da Madeira, chamado Coelho, do Partido da direita PND (liderado até hoje pelo inefável Manuel Monteiro) passou-se dos carretos, baralhou-se todo e falando à moda da extrema esquerda de 75 puxou da bandeira nazi para qualificar o PSD Madeira e o seu "chefe"!
Deve ser um esforço sobrenatural , alguém querer fazer política com seriedade na Madeira.
Mas há quem faça. Subihe-se o esforço!
Imagina-se é as dificuldades que têm para ter um postura de seriedade e de compromisso com o povo, recusando o espectáculo gratuito que por lá alguns fazem: No governo e na oposição.
Ah Edgar, Edgar, o que a malta aí deve penar, para aturar esta gente...
Ver o vídeo AQUI
A direita portuguesa no seu melhor. Depois de Manuela Ferreira Leite se ter pronunciado sobre as obras públicas e o desemprego na Ucrânia e em Cabo Verde, a sempre caridosa Maria José Nogueira Pinto, nas jornadas parlamentares do PPD/PSD proferiu as declarações mirabulantes que podem ouvir se clicarem AQUI.
Se não abrir à primeira, insistam. Não é uma ligação rápida e fácil. Mas vale mesmo a pena ouvir.
Que não se pode fazer tudo, assim de uma assentada? Sim, talvez não se possa, mas, por favor, senhor presidente, faça ao menos alguma coisa. Ao contrário do que acaso lhe tenham dito nos corredores do senado, aquela ilha é mais que um desenho no mapa. Espero, senhor presidente, que algum dia queira ir a Cuba para conhecer quem lá vive. Finalmente. Garanto-lhe que ninguém lhe fará mal."
Sejamos realistas: há diferenças no projecto de McCain e no projecto de Obama.
Que não se espere a mudança radical de que tantos falam.
Nem sequer haja ilusões com a palavra "esperança" tantas vezes prostituída.
O Império escolhe sempre o imperador que convém.
Mas Bush significou: cabul, bagdad, guantanamo, o golpismo em caracas, a intervenção na sérvia...o militarismo imperialista no seu esplendor.
O mundo todo espera que o Império se porte mais civilizadamente.
Sendo que esperar ou ter esperança, são conceitos completamente diferentes.
"Não é do interesse de Portugal e do povo português que, no prosseguimento da destruição das conquistas e valores de Abril, tenhamos no futuro um regime político de liberdades discricionadamente limitadas e reprimidas e um poder absolutizado de cariz autoritário. A economia nacional dominada e submetida aos interesses egoístas de alguns grupos de grandes capitalistas. A exploração agravada. A liquidação de direitos dos trabalhadores e de direitos sociais. A acumulação de riqueza num lado e a acumulação de miséria no outro. A regressão cultural e a perda de elementos constitutivos da própria soberania e independência.
É do interesse de Portugal e do povo português que salvaguardando e projectando no futuro os valores de Abril, a democracia seja assegurada e aprofundada nas suas vertentes política, económica, social e cultural e no quadro de uma quinta vertente condicionante – a independência e soberania nacionais."
...porque nacionalizar não é pagarmos do nosso bolso o desvario e os prejuízos dos gestores do capitalismo!Nacionalizar é colocar nas mãos do Estado os sectores estratégicos da economia Nacional e colocá-los ao serviço de todos aqueles que trabalham e produzem riqueza para o país!
Se as terras fossem estações do ano, Torres Novas seria definitivamente Outono.
Torres Novas é:
-Os castanheiros da avenida, com as folhas coloridas e as castanhas bravas no chão pisado.
-o nevoeiro que vem de manhã da Serra d’Aire
-o vinho novo, pelas nossas aldeias, com destaque para os vinhos de Alcorochel e da Mata.
-O arrequentado (feito das couves com feijão com a farinha de milho) com o bacalhau assado, as petingas assadas no forno
-As broas ( merendeiras, brendeiras) dos Santos, de várias cores e sabores.
- Os figos passados. Deliciosos quando os abrimos e colocamos lá dentro o miolo das nozes.
- A azeitona apanhada, os lagares a trabalharem, a discussão da “maquia” e do “lance”.
- O azeite novo, que se molha no prato.
(e…acordar ao fim de semana com o cheirinho a café a vir da cozinha e beijar-te.
Gostar de ti. Muito.)
Aqui por Torres Novas, toda a gente sabe, que naquelas terras o vinho é de...estalo.
Este ano, o vinho novo prova-se no fim de semana de todos os santos -pelo que parece que desta vez nem o S. Martinho se atrasou...
Infelizmente o escriba, por causa dos antibióticos, continua a água com gás e abstém-se da ida a Alcorochel , onde ainda por cima se come bem e á portuguesa: no Alto Pina, nos Arcos e no Sobreiro.
Podem ainda aproveitar para visitar uma loja de ferragens de Joaquim Moita que vende "antiguidades"... novinhas em folha e onde a contabilidade ainda é feita com o lápis atrás da orelha. Atenção: a loja é conhecida como a loja do "mal arrumado" e portanto, tenham muita pachorra para descobrirem o serrote , o fogareiro a petróleo que vos faz falta ou a tal fechadura que garantidamente não encontrarão noutro sítio do país.
Visitar esta loja é regressar a um mundo onde não existiam IVAS, IRC´S, Finanças, ASAES e outras que tais.
PS: Infelizmente, consta para aí, que o Magalhães ainda não chegou à loja do sr. Moita.
...bem arrumadinhas e consertadinhas, debaixo de um rolo compresssor topo de gama para ficarem bem trucidadas. Palavra do Senhor Gonçalo Castilho dos Santos, boy do PS, secretário de estado de não sei do quê desta coisa a que alguns ainda conseguem chamar governo de Portugal.

Um primeiro ministro porreiro, pá! Um homem de tintins...tintins? tintins?
Ora ponham lá o vosso ratinho AQUI, cliquem e carreguem no play
Do que vos vou relatar, posso ser suspeito. Mas não escondo a minha opinião nem a minha indignação pela mais recente provocação de mau-gosto que Mário Soares fez a Álvaro Cunhal.
A coisa conta-se rápido.
Mário Soares visitou o Museu do neo-realismo em Vila Franca de Xira.
E não se conteve e lá debitou a cassete do costume. Mas para lá disso, conforme se vê no vídeo seguinte, armou-se em crítico de arte e foi por aí fora: Para Soares, Álvaro Cunhal nunca foi um escritor ou pintor- embora desenhasse bem.
Vivemos em democracia e felizmente todos podemos ter opiniões.
Cunhal, enquanto Manuel Tiago foi escritor. E há o Cunhal pintor, ou o Cunhal ensaísta, ou o Cunhal tradutor de Shakespeare, o Cunhal que prefaciou Ferreira de Castro. E nisto tudo, Álvaro Cunhal não terá atingido a excelência. Como escritor não terá merecido o Nobel e como pintor, não valerá como Picasso.
Mas ignorar que Cunhal foi isto tudo, e que o foi com um traço de qualidade no mínimo aceitável é revelador da personalidade de quem o ignora. Sobretudo porque Cunhal tendo sido tudo isto, foi ao mesmo tempo um lutador pela liberdade dos portugueses, com uma dura vida política clandestina, de entrega ao seu Partido e ao Povo português, com dezenas de anos de cárcere incluindo alguns em isolamento total.
Tudo isto, tudo junto, fazem de Cunhal mais do que um político. Embora nas coisas todas que se faz na vida, estamos a fazer política. E a arte de Cunhal era uma arte de intervenção política - mas com todos os elementos com que se considera algo como uma obra de arte.
Mas quando o DR Soares refere que Cunhal foi um apenas um "excepcional político" está a querer dizer uma coisa muito diferente.
Soares tem uma experiência bem mais curta. Culturalmente falando a sua mente brilhante nunca produziu nada além de fumaça...
Por isso bem sabemos qual é a ideia de Soares de querer reduzir Cunhal à sua dimensão de homem político.
Porque aí, Mário Soares, julga que fica mais próximo de Cunhal. Quer Cunhal na intriga partidária.Julga que de entre os dois é ele o vencedor da História. Mas se o muro de Berlim caíu , aquilo que vamos vendo da evolução do Mundo, até está longe de se confirmar Soares como o vencedor da história.
Soares, que é esperto, sabe que para falar de Cunhal tem que o reduzir. Fazer dele um mero actor político. Para assim, ele próprio se comparar perante as suas plateias de aduladores.
No fundo, Soares, quando fála de Cunhal, está sempre a ver o homem-político com quem fez aquele debate célebre na televisão em 1975.
Mas olhe que não, Dr Soares.
Álvaro Cunhal, nas suas múltiplas dimensões humanistas foi de facto uma das figuras centrais do século XX português. Foi muito mais que um homem reduzido à conspiração partidária.
Está de longe de ser intocável á crítica.
Viveu longe da perfeição.
Mas nem na terceira idade, precisou de andar a debitar idiotices e a revelar muita, mas mesmo muita dor de cotovelo.
Vejam o vídeo do MIRANTE TV
Nota final: os ingleses separam Policy da politic. Infelizmente o nosso latim não dá para tanto. Mas em jeito de remate diremos que toda a obra de Cunhal é Policy. Soares nunca saíu da Politic. E isso é algo que se nota que o aflige muito,sobretudo, nestes seus últimos anos de vida. Por isso os programas de televisão com Clara Ferreira Alves, as entrevistas a "leaders" mundiais... Em tudo isto Soares que mostrar a sua imagem de homem da Policy e não um mero homem da politic.
MERENDEIRAS ( Broas ) À CANHOTICESReceitas há várias. Se quiserem sigam esta que dizem ter uma carrada de anos:
Coloquem num tacho ( os tachos fazem sempre muita falta) litro e meio de café bem forte (das velhas), meio litro de azeite da nossa Serra ( este ano a azeitona deu pouco e um bocadinho graduado...); quinhentos gramas de açúcar louro; uma colher de sopa de canela e use a mesma colher para colocar erva doce e adicione uma pitada de sal - eu disse Sal, não caia nessa patetice gourmet da flor de sal...
Deixem ferver este preparado e imaginem que é o governo do país a desfazer-se numa massa compacta. Fervido o preparado durante um quarto de hora ( já chega para escaldar o Sócrates), deite 250 gramas de farinha de milho ( a amarelinha), deixem a massa ferver mais um bocadinho, coisa para três a cinco minutos. Retirem o preparado para um alguidar de barro e para finalizar, juntem ao preparado calmamente um kilograma de farinha de trigo, mandem a ASAE à fava e com uma colher de pau vão mexendo, mexendo, calmamente, sem pressa. Para pressas já temos o dia a dia.
Entretanto quando sentirem os ingredientes todos bem agregados deixem a massa descansar um pouco...Depois metam as mãos na massa ainda bem quente e formem as broas: façam pequenas bolinhas, pequenos canudos, etc...e enviem o vosso trabalho ao forno.
O tempo de cozedura das broas é relativo: Convém estarem bem cozidas mas nada de excesso para estarem fofinhas. Povilhem com açúcar branco e vão buscar ao armário uma garrafa de um licor caseiro para as acompanhar.
Agora veio a loucura dos 450 euros de salário mínimo!
Uma tonteria, uma loucura, o supremo desastre que vai destruir a nossa economia.
Noventa contos dos antigos, repito, noventa contos!
O que vão os desgraçados do povo léu fazer com tanto dinheiro? Para quê tanto dinheiro?
Mas então não estamos a falar de um salário mínimo?
E querem que se pague noventa conta contas!
Setenta continhos não chegam?
Se não dá para o bife dá para o toucinho!
Não dá para a casa, paciência! Nem todos podemos ser proprietários, sempre foi assim.
Não dá para a farmácia? Paciência. Façam caldinhos de galinha.
Se não der para a galinha, dá para o caldo knorr em água a ferver que o gosto é quase igual.
Não dá para a escola dos filhos? Os putos que aprendam um ofício, que doutores já aí há muitos, que raio de ideia, agora todos querem ser doutores.
Pagar oitenta e poucos contos é uma coisa. Agora um aumento de oitenta cêntimos por dia?
São mais cento e sessenta paus! Todos os meses!
Está-se mesmo a ver que o povo léu quer é um almocinho ao fim do mês num desses restaurantes, eternos fugitivos da ASAE, com lâmpadas fluorescentes, televisão ligada na TVI, toalhita de papel e dois pacotinhos de patê de sardinha e um de manteiga, mais 7 azeitonas raquíticas numa taça de gelado lascada, a fazer de entrada.
É quase tanto como se obrigassem o patrão a oferecer o Record ou a Bola todos os dias ao pessoal – já agora era o que faltava…
A malta que tinha escravos, em séculos passados, também se viu em papos de aranha para solucionar o problema de pagar pelo trabalho: a culpa nasce aqui.
Quem foi o idiota que se lembrou de pagar pelo trabalho?
Saúde, amigos, saúde é que é preciso. E acreditar muito em Deus Nosso Senhor, que melhores dias hão de vir para todos. Até para os patrões.
Ainda por cima esta coisa nem é obra do governo, foi maquinada na concertação social com os comunas da Inter. E já dizem que em 2011 temos que arranjar cem contos para essas bocas.
Cem contos! Em 2011?
Cem contos para um ordenado? Mínimo?
Abençoada seja a Manela que descobriu aqui uma coisita, para abrir a boca para criticar o Socas.
para ouvir calmamente...
Um conselho "Canhotices" e que vale o que vale:
- Consultar o RUA 25 de ABRIL que continua em permanente actualização.
É só clicar AQUI
(se não gostarem do conselho, paciência...)
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