10 Outubro de 1813 nascia em Itália o génio da música Verdi.
Eis duas versões de um hino à Liberdade.
A segunda versão, de Nana Mouskouri nunca me fugiu do ouvido desde que aprendi a ouvi-la, adolescente, com um homem que se chama António Rodrigues. E que hoje sendo quem é, e eu sendo quem sou, toda a gente sabe que temos opções políticas inconciliáveis.
Pouco temos falado quando nos cruzamos por aí. Mas respeitamo-nos. E cá dentro decerto, relembramos esses tempos de convívio na Rádio Local. Não esqueço o incentivo das crónicas que eu escrevia, puto, mas que eram lidas aos microfones. E sobretudo porque das relações humanas, sobra sempre mais alguma coisa para lá da política.Mesmo que alguns não consigam perceber isto, que é afinal tão simples.
Chamam-lhe "acção social"...
http://www.cm-torresnovas.pt/noticias/noticia.asp?id=462
(foto site da CM Torres Novas)Capturado em 8 de Outubro de 1967. Assassinado a 9 de Outubro.
Mas vivo. Em todo o Mundo,em todas as lutas por uma Humanidade mais progressita, justa e fraterna, nas suas mútliplas diversidades e experiências,na suas mais variadas formas e estados de desenvolvimento económico e social, há sempre uma bandeira, uma t-shirt, uma boina, um pin, do Revolucionário.
Ao lado das bandeiras vermelhas.
Viva o socialismo do Século XXI!
A pouca vergonha das declarações do senhor engenheiro de ontem, fazem lembrar outros tempos em que, quem manda, só vê comunistas e agitação comunista por todo o lado. Discurso velho e revelho.
Já em 1959, o fascista-deputado da Assembleia Nacional ( assembleia do fascismo) de nome André Navarro produz um discurso anti-comunista relatando as actividades do PCP, cuja leitura, faz lembrar logo de imediato as palavras do Socas ontem em Montemor-o-Velho.
Atentemos nalgumas frases:
O secretário-geral do PCP afirmou que "bem gostaria" que os protestos contra o actual Governo envolvessem apenas comunistas, pois seria sinal de que teria "maioria absoluta" em próximas eleições.
Jerónimo de Sousa, que participou num almoço com cerca de 350 pessoas no Entroncamento, reagiu às acusações feitas pelo primeiro-ministro em Montemor-o-Velho de que o PCP promove os protestos com que tem sido recebido em vários pontos do país, confundindo "o direito de manifestação com o insulto".
Jerónimo de Sousa assegurou que nos protestos às políticas do actual Governo, ao lado dos comunistas estão "socialistas e pessoas de outros partidos", e manifestou a sua "profunda convicção" de que a manifestação agendada para o próximo dia 18, em Lisboa, "será a maior acção das últimas décadas".
Se a sua convicção se confirmar, o primeiro-ministro, José Sócrates, terá de reconhecer que "ou se precipitou e estava a mentir ou então o país está cheio de comunistas prontos a lutar", afirmou.
"É errado. Sabemos que sozinhos não chegamos", disse, sublinhando que o PCP precisa que "outros lutem" ao seu lado.
"Faremos a nossa parte, mas precisamos da ajuda de muitos democratas preocupados com o futuro para mudar a actual situação", afirmou, pedindo igualmente "um partido forte para os combates que aí vêm e que não são fáceis" perante um Governo "determinado a avançar" com políticas que nem a direita teve coragem de aplicar.
O líder comunista disse ainda ser "estranho" que um homem "tão moderno" como o actual primeiro-ministro use argumentos "que fizeram escola antes do 25 de Abril" sempre que o povo lutava.
"O primeiro-ministro irritou-se com o nosso partido por causa dos protestos por onde faz festa e propaganda", disse Jerónimo de Sousa.
"É estranho que um homem que se diz tão moderno use argumentos que fizeram escola antes do 25 de Abril, quando, sempre que o povo lutava, se dizia `cuidado que são uma cambada de comunistas`", disse.
Para Jerónimo de Sousa, "não é simpático estragar a festa" ao primeiro-ministro, mas questionou se é preferível isso ou "estragar a festa a quem trabalha e vê os seus direitos ameaçados".
O líder comunista assegurou que o PCP não fará dessas iniciativas "o alfa e o ómega" da sua acção, sublinhando que o partido está numa "campanha nacional" que visa "alertar consciências" e defender os interesses dos trabalhadores e do povo português.
"Pode o primeiro-ministro fazer as acusações que quiser. Nós estaremos lá, na primeira linha de combate", em defesa do Serviço Nacional de Saúde, da escola pública, dos direitos justos dos professores, dos trabalhadores com salários em atraso ou ameaçados de despedimento, dos pequenos agricultores e empresários, disse.
Jerónimo de Sousa assegurou que o PCP "não se limita à denúncia" e que está a preparar "uma grande conferência nacional", porque "há alternativa, há uma outra solução política tendo como referência a Constituição da República Portuguesa".
Antes da intervenção do líder, o dirigente regional Jorge Ferreira apelou à participação de todos na manifestação de 18 de Outubro, indicando a forma de inscrição para o transporte e frisando que "ninguém está dispensado".
© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2007-10-07 19:18:54
Catalina Pestana deu uma entrevista ao SOL onde denuncia a prática continuada de pedofilia na Casa Pia. Pedro Namora foi à SIC corroborar as denúncias da ex-provedora.
O blog O JUMENTO (www.jumento.blogspot.com) acusa Namora de ter criticado mais uma vez o PS com a agravante de de Pedro Namora não se ter assumido como militante do PSD nessa entrevista.
Entendamo-nos Asno:
Pedro Namora não tem em cada entrevista que dá que divulgar a sua filiação partidária. Depois essa de dizer que Namora milita no PSD só lembraria a um Jumento distraído: Namora nunca escondeu a sua militância partidária (que de resto até é irrelevante neste caso de pedofilia)... Namora assume-a no seu livro AS CRIANÇAS NÂO MENTEM, assume-a no seu blog VALE A PENA LUTAR ( www.combate.blogspot.com) , surgiu publicamente na televisão em iniciativas do seu partido. Oh Jumento, o Namora tem alinhado com o...PCP.
Aconselha-se o Jumento a ser mais rigoroso. E menos faccioso com o seu basismo PS.
Marion Jones, atlea dos EUA
A campeã norte-americana MARION JONES, confessou ter ingerido esteróides e, assim com base na batota do doping, ter conseguido resultados brilhantes nomeadamente nas Olímpiadas de 2000 na Austrália.
Este caso a juntar a outros que permanentemente vêm surgindo, quer no Atletismo, quer noutras modalidades, demonstra à saciedade que a batota não era exclusivo dos países socialistas designadamente as atletas da RDA.
Se a batota praticada na RDA era condenável também o é por estes atletas de países do mundo capitalista. Dir-me-ão que são coisas diferentes. Que as meninas da RDA estavam sujeitas à pressão do sistema.E estes atletas do capitalismo?
Não estão sujeitos à ditadura dos resultados que constrói ídolos nos MEDIA? E que dizer da pressão dos dólares que se ganham nos meetings? A pressão dos poderes políticos que adoram ter Campeões do seu lado? E a pressão dos dólares que vêm dos sponsors, patrocinadores, etc...
Não é isto também uma pressão que o Capitalismo exerce sobre o Desporto incentivando a batota?
Mas agora não há "sistema" e a culpa recai apenas nos atletas.
Fazendo do Desporto e dos Atletas máquinas de fazer Dólares.
Há datas cujo significado vai desaparecendo da memória colectiva dos povos. Resta o feriado para gozar e, se encostar ao fim-de semana, as famílias aproveitam para descansar das canseiras do trabalho.
Assim sucede com o 5 de Outubro, em que se comemora a implantação da república. Quase 100 anos depois do ribatejano Relvas a ter pronunciado na varanda dos paços do concelho de Lisboa, a data é aproveitada para fazer a tal ponte para descanso, que as férias já lá foram, os miúdos voltaram à escola e agora mais só pelos Santos.
Da república e da sua implantação pouco sobra e pouco se fala. Claro que as Caras e as Luxes e as Novas Gentes todas as semanas trazem notícias das cortes e das famílias reais europeias que mais ou menos decadentes vão resistindo. E não há cabeleireira neste país onde as freguesas ao folhear as ditas revistas (as cabeleireiras têm sempre estas revistas, como dantes os barbeiros tinham calendários com senhoras acaloradas) não desejassem nesta ditosa pátria uma família real. Ou uma princesa daquelas a sério.
Mas no fundo, mesmo sem consciência disso, a grande maioria prefere este poder republicano. Onde de cinco em cinco anos somos nós que escolhemos o mais alto magistrado da nação. Onde pelo menos temos a sensação de quem nos representa ao mais alto nível é como nós, vive como nós e se calhar até vai ao hipermercado às compras como nós.
Coisas que já se sabem estão vedadas desde tempos que já lá vão a Reis, Rainhas, Príncipes e Princesas.
É esse o mistério que faz da República algo de muito mais democrático do que um regime em que o menino ou a menina quando nasce vai ser educado para ser a cabeça de uma nação.
É esse pequeno mas significativo passo democrático que se comemora em 5 de Outubro. Foi o golpe desses homens corajosos que acreditaram que podemos escolher os nossos chefes supremos que se comemora em 5 de Outubro. Com a liberdade de podermos continuar a discutir se a Princesa de Nenhures sempre vai casar com o duque de Algures.
Viva a República!
(publicado no jornal O ALMONDA de 5 de Outubro de 2007)
Já estiveram em Torres Novas e não fui ver.
Estiveram na Quinta da Atalaia e eu nada.
(Viva o Youtube...)
Somos explorados no trabalho, e não só
Também somos o lixo
Lixo na tê-vê, quem lá está e quem vê
Lixo no jornal, voz do seu capital
Estamos entregues aos bichos
E o lixo produz mais lixo
E o tempo a passar
E eu a cantar
Eu também faço parte do lixo
Há quem viva bem do nosso mal-viver
Nós somos lixo
Somos só lixo
Já não há gente, há só lixo
Dispensável, descartável, reciclável
E agora parem um minuto p'ra pensar
Há que humanizar a humanidade, e não só
Há que varrer o lixo
O do Capital, que é o lixo global
O lixo do Estado, que é o seu braço armado
O mundo é de quem manda
E o resto é propaganda
Tudo é publicidade
Mas a liberdade
É escolher entre ser ou estar
Tens a boca cheia de palavras lindas
P'ra ti sou lixo
Somos só lixo
Nós não somos gente, somos lixo
Dispensável, descartável, reciclável
Mas vou parar mais um minuto p'ra pensar
Vamos a casa ao fim do dia
Só p'ra regenerar a mais-valia
Ganhar forças, fazer filhos
Cada um no seu caixote
E amanhã tomar o bote
Para o paraíso dos cadilhos
Quem é o lixo
Eles são o lixo do corpo e da alma
Como é que se pode ter calma
P'ra varrer este monturo
Dos escombros do futuro
(José Mário Branco)
Este regresso deve-se também em grande parte à força recebida por muitos e muitos amigos. Alguns que deram o apoio de forma inesperada. É a todos vocês que cá vamos continuando a "canhotar". A todos vocês vou agradecendo pessoalmente.
Saíram as últimas estatísticas do Eurostat.
Portugal subiu em agosto o valor do Desemprego para mais de 8%.
Sendo que a média europeia baixou e pela primeira vez em 20 anos ultrapassámos os espanhóis.
Manuel Pinho, na televisão, calou-se e seguiu viagem no carrinho.
Em frente até ao abismo.
Viva o Socialismo Português.
Raimundo Narciso, apoiante do PS, no seu blog Puxa Palavra, a propósito da dívida da Câmara de Gaia afirma que com esse montante em dívida é fácil fazer obra.
Como se vê, a opinião que expressei no post anterior tem seguidores na área socialista...
é que o argumento das obras para justificar o exagero na despesa municipal é mesmo muito fraquinho.
Francisco Louçã é da esquerda moderna. Fresca.
Tem de facto algumas ideias interessantes. Mas algumas como são de outros tempos dá-lhes outros nomes e imagina-se o inventor da pólvora. Defendeu no jornal SOL ( http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=58097) que "é importante avançar com uma reestruturação fundiária, que fixe um limite para as dimensões das propriedades com culturas de regadio» e «promova a agricultura familiar e cooperativa».
Louçã pode chamar as coisas pelos nomes. Porque as coisas têm nomes.
Aquele arrazoado todo tem um nome bem simples: REFORMA AGRÁRIA!
Só não se percebe tanto palavreado para chamar os bois pelos nomes.
Porque é que não ASSUME tão simplesmente que defende uma Reforma Agrária? Assim, só.
À antiga.
De cordo com o referido jornal o munícipio torrejano terá excedido o limite em… milhões de euros. Tal situação a confirmar-se poderá configurar um corte no montante dessa verba a atribuir no próximo orçamento de estado o que decerto criará uma grave situação financeira.
Conhecemos os argumentos da dívida de quem gere a Câmara. Que prefere ter dívida mas ter obra realizada.
Descontemos o facto de em 1993, o Partido Socialista quando conquistou a Câmara ter feito da dívida recebida o seu principal cavalo de batalha.
Aceitemos que muita dessa dívida tem esultado em obras na cidade. Mas que obras?
Obras de gente nova-rica que se endivida para obter luxuzinhos e esquece o essencial.
Avenidas com Palmeiras milionárias. Um Palácio dos Desportos. Piscinas de luxo mas sem grande servidão no Verão. Um teatro Virgínia com programação cultural de grande qualidade mas com um nível de despesa muito relevante.
Enquanto isso, o Centro Histórico degrada-se. O Património municipal não é valorizado. O saneamento básico é mesmo básico. As aldeias permanecem esquecidas.
As colectividade desesperam pelos subsídios prometidos. As Juntas de Freguesia recebem com meses de atraso as verbas a que têm direito por via dos protocolos de transferência de competências assinados pela Câmara. Esperam por dinheiro para coisas tão simples como comprar papel higiénico para as escolas primárias. Com os presidentes de junta, silenciando-se nas Assembleias Municipais temendo retaliações.
Tudo isso enquanto a Cidade continua a empaturrar-se em hipermercados. E as promessas vãs de Boquilobo Golfs, Chiva Sons estão arrumadas a um canto qualquer e prometem-se novos el dorados como a Cidade Criativa e o seu rol de investimentos – alguns deles de difícil percepção.
A dívida cresce anualmente. Os orçamentos são rectificados. Mas Torres Novas mantém 5 vereadores a tempo inteiro – coisa única em todo o distrito. E não se vê tomar medidas para conter despesas supérfluas. Como as que se realizam com a corte de acessores e avençados e as suas inerentes despesas de representação, telemóveis, etc.... Situação para a qual a CDU alertou no início deste mandato. Portanto destas notícias não se encontra réstea de surpresa.
Porque não estivemos.
Porque não pudemos.
Para todos aqueles que também faltaram.
Assim, como nós, involuntariamente.
Esperando por Setembro de 2008.
Continuando sempre. Todos os meses.Todos os dias.
Sempre.
e liberdades democráticas
“Toco pelo Direito e a Justiça que morreram”
Processo Penal, ao serviço de quem?
A aprovação do novo Código de Processo Penal tem suscitado protestos da grande maioria dos agentes judiciários. O novo processo penal introduz alterações que terão consequência directa na liberdade e segurança de mulheres e homens do nosso país.
A denegação da justiça à generalidade dos cidadãos por motivos económicos tem sido um dos principais obstáculos no acesso à justiça e ao direito.
Este Código, já em vigor, vem agravar esta situação, diminuindo as garantias dos cidadãos, nomeadamente dos de menos recursos, introduzindo graves limitações à investigação e acção penal, piorando o estado da justiça.
Quem beneficia com este Código? Como garantir a liberdade e segurança dos cidadãos? Como garantir o acesso à justiça a todos?
É isto que a Fronteiras se propõe debater. Venha falar connosco.
3 de Outubro, quarta-feira, das 18h00 às 20h30, no café do teatro A Barraca, no Largo de Santos, n.º 2, em Lisboa.
Com Odete Santos
FRONTEIRAS - é o nome de uma nova associação cívica. A liberdade e a democracia exigem de todos nós empenho diário na sua defesa conhecendo e exercendo os nossos direitos, tendo como Fronteiras os direitos, liberdades e garantias definidos na Constituição da República Portuguesa.
A Fronteiras lançará a sua página Internet brevemente, bem como a sua publicação impressa, onde poderá obter todas as informações necessárias para que possa colaborar connosco.
Até lá, continuaremos atentos, denunciando as situações de ataque aos direitos e liberdades democráticas, e prosseguiremos numa acção de crescente mobilização para que mulheres e homens se juntem a nós nesta tarefa.
Desde já deixamos o nosso apelo para que entrem em contacto connosco sempre que tenham conhecimento de situações de ataque aos direitos e liberdades democráticas ou de testemunhos de resistência e luta pela sua defesa.
FRONTEIRAS
Associação para a defesa dos direitos
e liberdades democráticas
Quis o destino que o regresso do CANHOTICES acontecesse nesta noite longa para os ppdês.Queria falar de outras coisas. Mas esta noite cá calha o PPD, pronto.
Depois de uma campanha interna em que valeu tudo, os portugueses ficaram a conhecer um pouco melhor a direita "assumida" cá da pátria.
Revelou-se de novo o eqívoco que é o PSD - um partido sem ideias, ideologia e que existe para estar ao serviço dos barões e baronetes que se lhe colam com a única ideia fixa de chegarem ao poder pelo poder. Para se servirem e servirem a sua clientela. Coisa que verdade seja dita não diferem do PS. A prática tem provado.
Afirmam-se Social Democratas no nome mas nele cabem social cristãos, conservadores, populistas,liberais, jotas à procura de emprego e outros que tais. Uma coisa a que eles chamam interclassismo mas que não passa de uma uma tropa fandanga...que navega ao sabor dos ventos e desejam ardentemente o poder.
Talvez seja por isso que o Hino de 1974 cantado por Paulo Carvalho, tem a letra que tem - poderia ser perfeitamente o hino de qualquer partido de esquerda. Em 74 eram essas as palavras da moda e o PPD defendia o socialismo - embora cedo tivessem demonstrado ao que vinham e cedo esqueceram a PAZ o POVO e o Pão. E quanto á liberdade, que dizer de exemplos como Alberto João.
Mas em matéria de hinos até o PS mantém a originalidade de ter como hino oficial consagrado nos estatutos a INTERNACIONAL...
Ainda há quem acredite que entre uns e outros há diferenças: pois tem-se visto.
Até nos hinos vinga a mentira.
COM UM ABRAÇO PARA TODOS... AS PALAVRAS SEGUEM DENTRO DE MOMENTOS
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