CANTOS ESQUERDOS
Texto de José M Pereira
CantoII
Está aí o fim de semana em que se recorda a madrugada dos cravos. É o tempo de falar dos capitães, do povo unido jamais será vencido, e em cada rosto igualdade. Nesta terra que há-de ser nossa, 200 mil pessoas têm fome e muitos não pedem, pois não, pela vergonha. Nesta terra, brilhará o sol, mas não para os 290 mil pensionistas com uma pensão de 186,16 euros, e que um milhão de pessoas não tem água em casa, e há o desemprego, o desemprego dos jovens, o desemprego da meia idade, o desemprego de longa duração, o de curta duração, o pib, o défice e a produtividade.
Amigo leitor a culpa afinal é tua. O país não produz, tu não produzes, trabalhas, trabalhas, tens a casa para pagar, mais o carro, e tens que levar os putos ao MC Donald’s e afinal descobres que não produzes, tens que produzir, produzir ainda mais olha o défice, olha o banco de Portugal, paga o médico, paga o IRS, produz, paga, o Benfica ganha o campeonato? O cartão de crédito esgotou, a culpa é tua, não sabes poupar, somos livres somos livres, a culpa é dos partidos, são todos iguais, temos que ter paciência, viva o Mourinho, mais o Jorge Gabriel, o Malato e o Gouxa, sindicatos nem pensar nisso, olha o shopping, olha a rotunda, ena tantas rotundas, produz, produz, somos livres, somos livres.
Olho para a fotografia. O avô e a avó. No centro da mesa, a foice e o martelo, e um pequeno arado, feitos pelo avô, em madeira, nos primeiros tempos da reforma.. Naquela mesa podiam estar também o monumento à reforma agrária ou o barco feito em conjunto com o neto, o Rui. Sorriem, viviam-se os primeiros anos da liberdade em Portugal.
Não sei quantas letras o velho Gualdino terá lido de Marx ou Lenine. Mas isso pouco lhe importava, para se afirmar Comunista. Aprendera a Luta de Classes, com o fato da ganga na Nery mais uma estadia na Universidade de Caxias, onde tirou uma pós graduação em dialéctica: “Fala, Fala, quem são os camaradas, quem te distribui o Avante, Fala Fala”.
Mas se falo do avô Gualdino e da avó Piedade, podia também falar dos avós da Ana, do João do Nuno, dos pai do Álvaro Humberto, da Susana, da Eduarda, da Elsa, do Vladimiro (Fernanda Tavares, aquele abraço) e tantos, tantos. Combatentes da Liberdade, construtores do futuro que não este .
O 25 de Abril é de todos. Sem dogmas nem sectarismos. ou exclusões. Mas nas suas veias corre o vermelho do sangue.
Amigo leitor, hoje continua a ser tempo de resistir. Tenhamos ou não o cartão.(...)

Torres Novas também teve um papel na construção da Constituição. Foram eleitos pelo Círculo Eleitoral de Santarém os DEPUTADOS CONSTITUINTES : António Canelas (resistente anti-fascista com anos de prisão), Hilário Teixeira (na altura jovem operário) e Natal da Luz (que viria ser o primeiro presidente da Câmara eleito em Torres Novas)
Fica a sugestão: Porque não neste 25 de Abril a Câmara Municipal homenagear estes construtores da DEMOCRACIA PORTUGUESA!!
Para já aqui fica um resumo das intervenções!
António Rodrigues Canelas (PCP)
Intervenções:
Apresenta um requerimento solicitando informações relativas à demissão da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Torres Novas.
Hilário Manuel Marcelino Teixeira (PCP)
Intervenções:
Intervém na discussão, na generalidade, do parecer da Comissão dos Direitos e Deveres Fundamentais quanto ao título III - Direitos e Deveres económicos, sociais e culturais.
Participa na discussão do artigo 1.º do referido parecer (Garantias e condições de efectivação).
Idem do artigo 7.º (Comissões de trabalhadores).
Idem do artigo 11.º (Liberdade sindical).
Idem do artigo 16.º (Saúde).
Pronuncia-se sobre problemas ligados aos transportes.
Subscreve, com outros Deputados, uma proposta de aditamento, relativamente ao artigo 26.º (Habitação).
Pronuncia-se sobre a situação em Angola após a independência, referindo-se ao MPLA.
Intervém na discussão do artigo 3.º do parecer relativo à organização económica (Intervenção, nacionalização e socialização).
Refere-se à posição tomada pelo VI Governo Provisório no sentido da suspensão das suas actividades.
Refere-se à situação da Fábrica de Celulose do Tejo.
Intervém na discussão do artigo 40.º (Condições de elegibilidade) do parecer da Comissão de Organização do Poder Político.
Pedro Manuel Natal da Luz (PS)
Intervenções:
Chama a atenção para os problemas que afectam os trabalhadores-estudantes
Apresenta um requerimento solicitando informações sobre as responsabilidades imputadas à ex-Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Torres Novas no relatório do 25 de Novembro.
Câmara Torres Novas aprova moção de defesa do Hospital: uma luta velha da CDU

Depois de muitos alertas da CDU, a Câmara de Torres Novas parece ter tomado consciência da realidade. Será que ainda se vai a tempo? Para já a Câmara ontem aprovou a seguinte moção aprovada pelo PS. PSD e CDU.
Confrontados com a mais recente notícia sobre a eventual transferência para o Hospital de Abrantes do actual serviço de urgência pediátrica do nosso Hospital de Torres Novas, sentimos que foi a popular “gota de água” que fez transbordar toda a nossa capacidade de entendimento e de procura de consenso político no aceitar das regras superiormente ditadas pelo Ministério da tutela.
As declarações proferidas pelo Presidente do Conselho de Administração da ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DE LISBOA E VALE DO TEJO, Dr. António Branco para um jornal regional em que põe em causa o funcionamento do serviço de urgência pediátrica do nosso hospital, apontando uma “estratégia” por parte dos clínicos adstritos àquele serviço para obterem maior número de consultas como forma de justificar a permanência daquele serviço de urgência no nosso hospital, é para nós provocador e repleto de falta de ética, já que existem espaços próprios ao nível de Serviços e até políticos para se discutirem e proferirem tais afirmações.Sem colocarmos em causa naturais estudos encomendados oficialmente, temos conhecimento de outro estudo, compilando inúmeros elementos obtidos pelos técnicos do nosso Hospital, onde, de uma forma “arrasadora”, se torna facilmente constatável que o nosso Serviço de Urgência Pediátrica, é o que possui no Médio Tejo o maior número de consultas diárias de crianças, apontando para uma média de 80 crianças dia.Se os pais teimam em procurar estes serviços, entendemos também como o maior elogio para os nossos técnicos de saúde em primeiro lugar, e se existem dúvidas sobre a gravidade dos casos que acorrem á urgência pediátrica, será então importante repensar porque não são utilizados outros sistemas alternativos de consulta.Com uma história de sucesso na região, onde o empenhamento dos profissionais é relevante, o serviço de pediatria do nosso Hospital, veio a apetrechar-se gradualmente de equipamento e serviços progressivamente mais especializados e modernizados, como a título de exemplo os serviços de CARDIOLOGIA PEDIÁTRICA, NEFROLOGIA PEDIÁTRICA, IMUNOALERGOLOGIA PEDIÁTRICA e CONSULTAS DE NEURODESENVOLVIMENTO. Não restarão assim dúvidas que caso desmontem o actual sistema com a transferência do Serviço de Urgência para Abrantes, ficaremos altamente “mutilados” na eficácia assistencial e operacional.A nossa autarquia, apesar de inúmeros contactos e reuniões, não se sente conformada, muito menos esclarecida e não irá deixar cair os braços.É tempo de dizer BASTA! Exigimos uma reapreciação urgente a todo o processo de distribuição de valências a este triângulo hospitalar TORRES NOVAS, TOMAR, ABRANTES.Temos conhecimento de um PLANO DE DESENVOLVIMENTO PARA PEDIATRIA NO MÉDIO TEJO, consensual entre os técnicos via UCF-UNIDADE COORDENADORA FUNCIONAL DO RIBATEJO NORTE.A omissão na divulgação deste Plano e a falta de discussão sobre o mesmo, deixa-nos perplexos e preocupados, já que apontavam uma solução de consenso de distribuição de especialidade de assistência pediátrica em equilíbrio pelas 3 unidades hospitalares.Iremos solicitar com urgência uma reunião com O Senhor Secretário de Estado da Saúde, no sentido de exigirmos que o nosso hospital, por múltiplos motivos provados, não venha a ser despejado de todo um historial brilhante, num concelho e região que só beneficiarão com o seu enriquecimento técnico assistencial.Propomos finalmente a criação de uma COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DA GESTÃO HOSPITALAR, representativa dos municípios abrangidos, a criar no seio da COMUNIDADE URBANA DO MÉDIO TEJO.Ficaremos despertos para, se necessário, qualquer outra forma de fazermos valer a nossa razão, que é afinal, e com provas evidentes, o bom caminho para a solução governamental no caso em apreço.

Berlusconi, arguido numa dezena de casos, nunca foi condenado em definitivo, beneficiando sempre de relaxes ou prescrições.
Os seus ataques contra os comunistas são habituais e ele alega ter salvo a Itália deles, ao lançar-se na vida política com o seu partido Força Itália, em 1994.
Hoje, em Nápoles, Berlusconi acusou o regime comunista chinês de ferver crianças para servirem de adubo aos campos.
«Acusam-me de ter dito que os comunistas comiam as crianças mas leiam «O Livro Negro do Comunismo» e descobrirão que, na China de Mao, eles não comiam crianças mas ferviam-nas para servir de adubo nos campos».
Berlusconi acusou a oposição de centro-esquerda, à frente nas sondagens, de contar com «três partidos que se declaram ainda, com orgulho, comunistas».
Diário Digital / Lusa
27 março 2006

Em 27 de Março de 1927, há 79 anos, o Presidente Óscar Carmona nomeado na sequência do golpe que conduziria o país ao fascismo, vistou Torres Novas. Foi um regresso à então vila, onde começara e desenvolvera a sua carreira militar, na arma de cavalaria.
Porque o século XX torrejano é construído por muitos antifascistas de relevo, mas também por Fascistas como o general Carmona e outros colaboracionistas- até hoje é o Presidente que mais anos exerceu o seu cargo.
Deste, como torrejano, NÃO ME ORGULHO!
Nasceu em Lisboa em 1869. Morreu em Lisboa, a 18 de Abril de 1951.
Pais: Inácio Maria Machado de Morais Carmona (general do Exército); Maria Inês de Fragoso Corte-Real.
Cônjuge: Maria do Carmo Ferreira da Silva.
Formação: Colégio Militar (1882-1888); Escola do Exército (1889-1892).
CARREIRA
Profissão: oficial de Cavalaria - aspirante (1892), alferes (1894), capitão (1910), major (1910), tenente-coronel (1916), coronel (1919), general (1922); marechal (1947).
Cargos: membro da Comissão de Reforma do Exército (1911); instrutor da Escola Central de Oficiais (1913-1914); director da Escola Prática de Cavalaria de Torres Novas (1918-1922); comandante da IVª Divisão - Évora (1922-1925); ministro da Guerra (1923); presidente do Ministério (1926-1928); ministro dos Negócios Estrangeiros (1926).

Isto é um país de génios da gestão. Quais, Bill Gates, Porters, quais quê! Os génios, os gurus, os homens que vão salvar o mundo são portugues. O Carrapatoso, disse no COMPROMISSO PORTUGAL - repito disse, as palavras são mesmo dele, :
"São de realçar alguns dos novos paradigmas que teremos de adoptar:
»» Os deveres de cidadania são para cumprir;
»» o Estado somos todos nós, serve-nos a todos e, por isso, temos todos que financiar o seu custo e somos co-responsáveis pelo seu desempenho;
»» Quando exigimos mais contrapartidas do Estado temos que identificar de onde vem o dinheiro para as pagar, se estamos dispostos a comparticipar no respectivo custo e se essa é a melhor opção para o desenvolvimento da Sociedade;
»» Não deve existir, porque é pernicioso a prazo para os próprios trabalhadores e para a Economia, o conceito de emprego garantido para toda a vida, devendo-se privilegiar uma relação mais saudável e flexível entre procura e oferta no mercado laboral;
»» Cada cidadão é também responsável pela sua própria formação e angariação de competências que lhe permitirão dispor de mais alternativas no mercado de trabalho;
»» A responsabilização e apreciação do mérito de cada um traduz-se num bem comum;»» Uma concorrência sã e equilibrada em todos os mercados e no interior das organizações é um estímulo necessário à inovação e à criação de riqueza."
http://www.portalexecutivo.com/PortalExecutivo/Dossier/Compromisso%20Portugal/cp_03_02
Este artista português conseguiu segundo o Dn de hoje, arrecadar a módica quantia de 740 000 Euros, ou seja quase 150 000 contos na moeda antiga.
Carrapatoso:
Vive o momento, now, pá! Saíu-te o Euromilhões!
O ofício da poesia é itinerante, como o seu desígnio.
Antes fosse o silêncio do poeta triclínio.
Porque pelo amor viajante, ao som longo do piano, a compasso
Melhor fora o poeta consumir a eternuridade pelo espaço.
Mas ele sabe que há balas, cenas!, semas!
Para matar e para morrer sem poemas.
Então o ofício da poesia, sendo crente, é enrolar-se
Num corpo de explosivos à AL QAEDA
E jogar o destino num corpo amante como se fora, um deus menor, tecido a seda.
José-Alberto Marques, Hiperlíricas (ed. Campo das Letras, 2004)
Nunca deu conta de que era estudante por se interessar mais pelos textos do jornal escolar e por ter pertencido à Direcção do Cine Clube.Começou a ter uma paixão pela poesia a própria e a dos outros.Escreve para a revista do Colégio Andrade Corvo em 1958/59 o 1º poema concreto em Portugal por um português, intitulado SOLIDÃO.Foi universitário e teve várias profissões para saldar o preço da vida que lhe enchia os olhos de precepções e ilusões.Ganhou o tempo a rasgar papéis e objectos, acumulando livros enquanto era editor do jornal Quadrante da Faculdade de Direito de Lisboa.Depois seguiu o interminável percurso dos amantes e deixou o nome ligado ao Movimento de Poesia Experimental. Actualmente anima-o a felicidade de ter sido amigo da última geração dos surrealistas portugueses.Tendo sido um profissional do ensino, percorreu todos os cargos possíveis elegendo o de Orientador Pedagógico de Português (por concurso público), aquele onde a pele não interferia com o organismo.Foi candidato pelo M.E.S. (não eleito) à Assembleia Constituinte de 1975 e fez parte, mais tarde, da direcção do S.P.G.L..Escreveu livros de poesia, romances, livros infanto-juvenis, publicou textos de crítica literária em diários e revistas de especialidade, fez exposições de poesia visual em vários países e foi antologiado em várias edições portuguesas e estrangeiras.Encenou peças de teatro, fez happenings, instalações e performances.Além disso, esteve preso, por razões políticas em 1973.Sucede ainda que ganhou o 1º Prémio Nacional de LiIteratura Infanto-Juvenil nas comemorações dos 20 anos do 25 de Abril, com o livro Magia dos Sinais e obteve uma Menção Honrosa no Prémio Aquilino Ribeiro, com o livro Padrões.Foi homenageado em Abrantes, tendo-lhe sido atribuída, nos 80 anos de elevação a cidade, a medalha "Uma obra de prestígio sobre a arte".Fez parte da Direcção da Associação Portuguesas de Escritores

Já entreguei a minha declaração de IRS. Tenhos os impostos em dia num país em que:
- os bébés do Serviço Nacional de Saúde do Alentejo já nascem em Badajoz
-onde as senhoras ricas fazem os desmanchos em grandes Clínicas de Badajoz
-mas onde as mulheres morrem nos abortos de vão de escada
(louvado seja o Senhor, Amen)
-um em cada 5 português vive abaixo do limiar da pobreza
-e nas estatísticas não aparece a pobreza envergonhada
-num país onde se fecha escolas, infantários,hospitais no interior
- e está cada vez mais à beira mar plantado
-a justiça é uma para o beto mãozinhas
- e outra para as D. Fátimas, que se esqueceram do passaporte no Brasil (como é que ela veio?)
- Um país onde há pedofilia sem pedófilos
-A corrupção prescreve sempre
-o Desemprego dispara
-Estamos à frente da média europeia na Sida, na Tuberculose, no endividamento
-Onde se pede sacrifícios em nome do défice
-Os reformados são em média os mais pobres da Europa
-mas onde em 4 anos as reformas superiores a 4000,00€ triplicaram.
Foi distinguida em 1902, pela sua brilhante carreira. Casou com o actor Alfredo Ferreira da Silva. Retirou-se da cena em 1906 e, em 1922 foi-lhe prestada homenagem no Teatro S. Carlos. Interpretou muitas peças, que foram outros tantos sucessos
Preocupado com as desigualdades sociais exigiu uma sociedade humana e fraterna. Aos dezassete anos, torna-se correspondente em Torres Novas do diário anarco-sindicalista “A Batalha”, da Confederação Geral do Trabalho. Mais tarde, colabora com outros periódicos (“A Comuna”, do Porto; “Aurora, de Cercal do Alentejo”; “Tiempos Nuevos, de França; “O Rebate” e “Liberdade”, ambos de Lisboa. Colaborou, ainda, na fundação do jornal “A Renascença”. Devido às suas convicções políticas foi perseguido, chegando a estar preso. Da vida desta ilustre personalidade, realça-se ainda o apoio que deu à Escola Comercial e Industrial desde que a ideia germinou."
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